Não querendo deixar passar a promessa que fiz, de publicar mais alguns dos meus trabalhos e sempre com referencias das técnicas utilizadas, aqui vão mais três com técnicas um pouco diferentes: o carvão que utilizo nas fotosque faço... (dos amigos e seus filhotes...), do pastel que trabalho ora seco, ora com óleo e de técnicas mistas, com colagem e pintura.
Vou apresentá-los por ordem de descrição. Comentem e não receiem ser criticos. Estou a “expôr” por net e, é claro, que me sujeitarei às vossas críticas,desde que sejam construtivas. Não esquecerei os vossos conselhos e opiniões e procurarei ser objectiva.
Os conhecimentos técnicos que adquiri, foram aplicados nos trabalhos que fiz e as experiências que obtive são, para mim, espectaculares. Dou de conselho aos colegas que têm um dedinho para isto, que experimentem, sem medo e logo verão o que sai...a raiva sai,... a angústia sai,...a tristeza sai,...o nervoso sai,...e sai também um trabalho que transmite certamente o que nos vai na alma!...
Logo após o nosso encontro em Arouca e com a insistência dos amigos decidi apresentar alguns trabalhos efectuados nestes ultimos anos para conhecimento dos colegas. Aproveito para incitar os menos audazes a experimentare a tirar partido daquela veia que durante anos fomos exercitando, muito ou pouco, nas nossas escolas com as crianças. Ou não fomos nós, professores, que os incentivamos a criar e a tirar partido da sua imaginação e criatividade sem medo de mostrar do que eram (não serão ainda?) capazes de olhar o mundo, as cores e tudo o que nos rodeiam. Temos de aprender a observar e a ver o que é essencial e nos agrada .
Com o pincel, as cores são colocadas na tela e o pormenor é feito, se quisermos, com todo o rigor. Já com a espátula, a textura e o traço fortes são os elementos mais marcantes. Na olarela é trabalhada a cor e esbatida de forma a dar profundidade. Não requer pormenor, mas contraste.
Foram relevantes as técnicas que utilizei ao longo destes anos e o partido que delas tirei.