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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Pela ruralidade - CLXXVI(Preservar as memórias)

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Já por aqui falei na capela do Senhor dos Enfermos e da sua envolvência, em Macieira, Fornelos, Cinfães, com o climax da festividade que lá se realiza anualmente no dia de Pentecostes e na véspera.

O título em epígrafe tem a ver com o restauro que nesta data está a decorrer na citada capela, que é do meu agrado pelo que vi. Em abordagem a esta temática referi já o azulejo mexeruca que tinha sido colocado nos anos 80 do século passado, nas fachadas, e que foi retirado, ainda bem, há alguns anos. Na mesma altura a quando da colocação do tal azulejo a galilé também foi retirada, sem motivos que justificassem. Mais tarde foi reposta por mesários com visão alargada em conjugação com o novo pároco. Estas intervenções que desfiguraram a capela tinham sido feitas às ordens do pároco da altura, com ideias retrógradas. Mas a devassa também se deu no interior, pois os tectos foram mandados pintar numa única côr tapando inscrições antigas de nomes de mesários bem como pinturas que valorizam todo o tecto.

Ora é precisamente agora, num trabalho de restauro, que estão a caçar tudo o que tinha sido escondido pela tal pintura uniforme. É de facto uma intervenção que me apraz registar.

Interrogo-me como é possível um pároco mutilar um espaço de referência sem que haja da parte do bispo uma palavra orientadora do que deve ou não ser feito.

 

Na imagem, o restauro ainda em fase de trabalhos.

 

 Ant.Gonç (antonio)

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