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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Olhar o Porto - Origens do burgo

Mais uma visita à cidade sob a batuta do conceituado historiador Germano Silva, desta feita com o patrocínio da Irmandade dos Clérigos, bem como do JN e com o acompanhamento do Rancho Folclórico do Porto.

Hoje o tema forte da visita, que começou no Terreiro da Sé, foi sobre as origens da cidade do Porto, que segundo a maioria dos estudiosos, foi no morro de Penaventosa, nas imediações da Sé, que foi mandada construir por D. Teresa mãe de D. Afonso Henriques, no século XII. Através dos séculos seguintes sofreu alterações sobretudo na parte frontal. A muito antiga Rua Chã foi também abordada pelo historiador, rua Chã das Eiras que já existia no séc. XIII, porque era nessa rua que se secavam os cereais. Esta rua tem muita história, era por onde passava a procissão do Corpo de Deus e nomeadamente no século XVIII, foi onde teve início a revolta dos taberneiros que Arnaldo Gama descreve no seu livro “um motim há cem anos”.

Nos anos quarenta do século passado, o agora denominado Terreiro da Sé,

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era um emaranhado de ruas vielas muito estreitas, bem como açougues, e repartições ligadas ao governo do burgo. Havia também uma capela mesmo em frente à Sé que foi levada para a rua do Sol – capela dos Alfaiates.

Depois andamos pela rua de D. Hugo, vimos restos da primitiva muralha Sueva ou romana, descemos as escadas do Barrêdo, cheias de turistas quer a descer quer a subir.

A atuação do rancho folclórico do Porto deu-se no início como também no largo do padre Américo, à Ribeira.

 

                                                  “Quem tem amores não dorme

                                                       Nem de noite nem de dia,

                                                       Anda sempre navegando

                                                       Como peixe na água fria.

 

                                                     Ó adro, ó adro, ó adro

                                                                   José

                                                    Ó adro São Julião

                                                     Quem quiser tomar amores

                                                                  José

                                                    Venha pró meu batalhão

                                                                                           ….”

Ant. Gonç. (antonio)

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