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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Olhar o Porto

Passo a passo com Germano Silva

No domingo o tema da visita à cidade com o veterano historiador, já por aqui falei na pedalada física e mental de Germano Silva, bem como o rancho folclórico do Porto e também o patrocínio do JN, foi sobre a cidade dos ofícios.

É sabido que antigamente as diversas profissões estavam agrupadas em confrarias, normalmente com sede nas capelas. Logo ali na praça da Batalha havia a confraria dos sirgueiros, que trabalhavam a seda, na capela de Nossa Senhora da Batalha. Todas as diversas profissões se englobavam, tanoeiros, latoeiros e muitas outras se englobavam na procissão do santo Cristo. A capela dos alfaiates que estava em frente à Sé foi mudada para a entrada da rua do Sol nos anos quarenta, para alargamento do atual Terreiro da Sé. Fomos descendo e já no largo primeiro de Dezembro havia a capela de Nossa Senhora do Penedo. Passamos ao lado da rua Chã, rua Chã das Eiras, pois era aí onde os cónegos colocavam o cereal para secar. Descemos pelo miolo histórico e passamos pela rua dos Pelames, onde havia muitos artífices a tratar das peles, a seguir pela rua da Bainharia, antigamente rua dos Ferraris (tinha a ver com ferros), onde se faziam bainhas e espadas daí esse nome. A rua dos Caldeireiros onde havia muitos artífices a trabalharem o cobre nomeadamente pulverizadores, alambiques e outros utensílios de latão. Ainda é do meu tempo passar nessa rua e ouvir o batuque na latoaria. Mais abaixo entramos no pátio de S. Salvador, à rua de Mouzinho da Silveira.

Chegamos depois à praça do Infante D. Henrique, com mais alguns conhecimentos sobre a cidade.

Ant. Gonç. (antonio)

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(Em primeiro plano o historiador Germano Silva e António Fernandes, presidente do rancho folclórico do Porto)

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