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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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PORTO SEMPRE

Chegou-me às mãos a revista da CMP "PORTO sempre" de Julho. Dei-lhe uma vista de olhos e constato que a senhora Câmara (como se dizia na minha terra) dá nota positiva à intervenção nos Aliados - e lá estou eu a bater no ceguinho!...Até humanamente compreenda a tusa do senhor Presidente, pois sendo aquela intervenção da alçada da CMP dá plena razão ao aforismo popular de que os filhos nunca cheiram  mal aos pais.

Mas há malabarismos de propaganda a que não podemos ficar indiferentes. Veja-se este parágrafo do tema "Avenida dos Aliados renascida" da citada revista :"a  ideia desde sempre expressa pelos seus criadores e acarinhada pela CMP, consistiu na criação de condições para que os velhos Aliados voltassem a assumir a sua vocação de espaço de convívio e confraternização colectiva, a qual uma vez restituída aos portuenses poderá funcionar como importante mola impulsionadora para a reanimação da Baixa portuense". Não sei se a Câmara quando se refere a espaço de convívio e confraternização se está a pensar em aglomerações pontuais das massas - S. João, 1º de Maio(já foi chão que deu uvas), 25 de Abril, Feira do livro(Menezes quere-a em Gaia), vitórias do futebol? Se assim é, é pouco. Mas como estamos já habituados a visões curtas dos nossos governantes, esta será mais uma.

Hoje a Baixa do Porto, Praça da Liberdade e Avenida dos Aliados, está praticamente às moscas, então à noite nem é bom falar, e na minha óptica devido sobretudo a dois factores. Ao grande capital  bancário que comprou espaços nobres que estão agora fechados, arredando com o pequeno comércio,  e aos poderes autárquicos. Destes,  as razões são por demais conhecidas. Oportunidades perdidas de fazer desse local uma verdadeira zona pedonal com verduras, pois claro, como dantes para as pessoas sentirem gosto de ir à Baixa e não a actual aridez que só é bem aceite por Rio e seus diáconos. Veja-se a título de exemplo a Rua de Santa Catarina, entre as ruas de 31 de Janeiro e Fernandes Tomás, que é uma zona pedonal, a ferver de gente, mas lá o trânsito foi arredado. Os centros nobres das cidades devem ser para as pessoas e não para as latas poluentes!...

Então para vocês c/um abraço portuense, antonio

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