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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Como vejo o Natal

Se eu disser que não gosto do Natal pode passar em algumas cabeças um certo fru ru ru apelidando-me de um descontextualizado numa altura em que os poderes políticos engodam o povo com luzinhas natalícias e não só. E então as megalomanias centralizadas nesta quadra estão aí na ordem do dia: o maior presépio da Europa – Priscos (Braga); a mais alta árvore de natal do país; a cidade mais iluminada com não sei quantas mil luzes; e também em Braga o maior bolo rei com 60 metros!...

Voltando agora ao reverso da medalha, que Natal é que gostaria de ter. Desde logo, um Natal para os pobres, dos desempregados e sobretudo para as crianças. Para adultos com vida mais ou menos estabilizada não há nada p´ra ninguém se as condições económicas não forem muito desfavoraveis. Quanto às tradições o fiel amigo, há que respeitar. Natal devia ser todos os dias , momentos de paz de reconciliação;  os comerciantes também o auguram por outros motivos, não quero com isto dizer que as duas situações não se possam conjugar..

Também enviei algumas msg a alguns amigos do tempo estudantil, da tropa ou da área de trabalho, que esporadicamente, ou melhor, raramente encontro. Mas enviadas no sentido de saber se esses amigalhaços está tudo de bem com eles.

 

 

 Ant. Gonç.