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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Alto clérigo em apuros III

Então vamos nessa com mais umas dicas também em prime time.

 

A fé é que nos salva tenho ouvido dizer.

A fé de Franc. com a bonomia de desculpabilização, respeito, mas não é a minha. Estamos a falar de um alto dignatário da Igreja, que se tinha posto a jeito para suceder ao patriarca  e até foi um dos favoritos para a diocese do Porto. Não se trata do simples pároco da aldeia que tramou o sacristão pondo-lhe dois chifrinhos, a trintona catequista era demasiado roliça de tal modo que o padre que tinha caído de para-quedas na aldeia, entendeu que aquelas curvas eram, (não) um desperdício, mandou às malvas o celibato.

O cêrco que faz a igreja a estes casos que saltam para a ribalta, como o que diz Morujão que "não devem ser feitos julgamentos apressados", diz tudo. Deixa-me a léguas de distância da acreditação dos usos e bons costumes desta igreja.

A Igreja funciona como os partidos políticos. Há cerca de 10 anos quando rebentou o caso Casa Pia com faíscas a rondar um partido, dizia-me um militante bem enfronhado nesse partido:" tu acreditas nisso? São tudo manobras para desacreditar o partido. É tudo uma cabala". Não sei se esse amigo com quem não estou já há uns tempos, emana a mesma opinião. Aqueles que foram suspeitos pertencentes a essa organização política safaram-se in extremis, outros foram dentro ou estão para ir como se sabe.

Casos que têm vindo a público com os clérigos, "humanos" nomeadamente de pedofilia é arripiante. Mas se tudo isso pode ser desculpável, ou antes fechar os olhos ou quase.... eu não alinho.

 

   Ant. Gonç. (antonio)