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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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O crime do Outeiro

Eu vou deixar de ler jornais, ando já há uns tempos com esta cismada. Mas que me adianta, tenho as televisões que sem me obrigarem ao esforço da leitura, entram-me pelo ouvido e até me mostram coisas do arco-da-velha e do diabo à solta. Ele é só desgraças atrás de desgraças com especulações à mistura. Desgraças da política que faz dó. Desgraças conjugais, assaltos violentos, enfim tudo aquilo que bem dispensávamos.

 

Quem chega ao Outeiro aldeia que pertence a Bragança, que conheço, fica deslumbrado com a sua imponente igreja. O pároco da terra foi assaltado, espancado e roubado por energúmenos encapuzados. É demais! As pessoas andam assustadas pois casos destes estão a tornar-se rotinas e isso é grave. A nossa justiça é muito leve como toda a gente diz e muitos sabem na pele. Os políticos na oposição são arautos da falta de justiça, quando se instalam no poder nada fazem de palpável e visível. (Os juízes aplicam as leis feitas pelos senhores deputados da Nação que só têm mandado cá p´ra fora leis morrinhentas).

 

Pensei em aqui deixar este apontamento sobre o caso do Outeiro para também de certa maneira recordar um amigo com quem trabalhei muitos anos que era um apaixonado por esta terra que o viu nascer. Se ele cá estivesse ficaria muito sensibilizado com este caso.

 

 

  (antonio)

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