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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Dia dos Avós

Já sou avô duma Sara. Desde o dia 22 de junho de 2011. Por isso, não podia deixar passar esta efeméride sem escrever duas palavras. Não cheguei a conhecer o meu avô paterno. Conheci e ouvi muitas vezes o meu avô materno. Pedreiro e barbeiro. Pedreiro numa das pedreiras de Fermedo, concelho de Arouca, distrito de Aveiro. Barbeiro, no centro da aldeia de Cabeçais, freguesia de Fermedo. No largo da feira. Junto à venda nova e em frente à loja do Sr. Albano que era a única que tinha telefone. O avô Elísio foi o meu elo de ligação com a 1.ª Grande Guerra Mundial. Foram muitas as histórias que ouvi à luz da lareira. E comigo sempre a mexer no lume... Mas nunca fiz xixi na cama. Nunca fiz um enxerto com uma planta mas se o fizer algum dia, toda a teoria a devo ao meu avô. E ainda não havia garrafas de plástico... Aliás, tem graça falar em plástico. Estou a lembrar-me dos anúncios e dos prémios que podiam sair na embalagem do TIDE ou do OMO que eram os detergentes em pó para lavar a roupa à mão: um balde de plástico! E hoje, lembrando-me do meu avô, lembrando-me do meu pai, lembrando-me que sou pai e que já sou avô, apetece-me dizer:

«Ser pai é uma responsabilidade mas ser avô é uma felicidade».

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