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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Pela ruralidade - XCI (O ninho de felosa)

Chego à terra natal, meto a chave na fechadura da porta da cozinha e  observo que um pequeno pássaro esvoaça ao sentir a minha presença. Deito uma olhadela pelo espaço e na base inferior do saco da chaminé um ninho. Então como é possível isto, foi a minha estupefacção. As duas janelas estavam fechadas e a porta também, quando muito por baixo desta só passaria uma formiga sem carga para o celeiro! Ah, deve ter sido, e é que foi mesmo, por um pequeno orifício lá no alto da chaminé a entrada, escolhida para a pequena ave em lugar seguro nidificar.

Agora já estão os filhotes a criar penugem para dentro de dias abandonarem o ninho. Mas aqui um obstáculo intransponível à partida, estou a imaginar, eles não vão conseguir transpor a subida até ao cimo da chaminé e sair para o céu pelo estreito buraco. E então como tentar resolver a situação? Deixar a porta aberta, não havia problemas de segurança pois fica resguardada da rua, mas nem pensar pois os felinos da vizinhança acabariam por entrar para apanhar os indefesos juvenis. A solução mais viável vai ser deixar uma das janelas abertas para assim os pequenos felosos, após os primeiros ensaios voantes na cozinha, saírem pela janela, foi o que hoje fiz.

As andorinhas, essas todos os anos nidificam no alpendre da casa, agora este casal de felosas naquele local foi a primeira vez, oxalá que tenham sucesso, estou a tentar ajudar.

 

 

  (antonio)

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