Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Passeio JN de Julho de 2010

Mais vale tarde do que nunca. Desta vez, a demora em publicar este artigo foi muito grande. Do facto, já pedi desculpa ao Sr. Maurício Branco. A todos vós, estimados colegas dos PASSEIOS JN, peço-vos igualmente que aceitem o meu pedido de desculpa.

Foi no dia 31 de Julho de 2010, último sábado do mês, que se realizou mais um PASSEIO DO JORNAL DE NOTÍCIAS subordinado ao tema das comemorações do Centenário da República. O álbum fotográfico é da autoria de Maurício Branco e se quiserem acrescentar as vossas fotografias ao álbum basta enviá-las para [franciscodocovelo@gmail.com]. Sobre este PASSEIO JN, reza assim o jornal de domingo, dia 1 de Agosto de 2010, pela pena de Pedro Olavo Simões:

 

RECORDAR CAMINHOS DA LUTA REVIRALHISTA

 

 

Germano Silva

Passear com Germano Silva pelas ruas do Porto, mesmo que com o objectivo específico de evocar um episódio, como a revolta de Fevereiro de 1927, acaba por ser sempre um desfiar de histórias sobre a cidade para que qualquer coisa é pretexto: a toponímia, a casa brasonada em que poucos reparam, a outra casa em que havia um telefone que as tropas usavam ou, claro, as histórias pitorescas colhidas num longo percurso de jornalista.

Pois que ontem não faltaram histórias dessas, a par do republicano percurso reviralhista, iniciado na Praça do Marquês de Pombal, onde o edifício do asilo do Terço foi atingido pelo fogo da artilharia fiel à Ditadura Militar, da Serra do Pilar disparado, e terminado em pleno centro histórico da cidade, na Rua do Corpo da Guarda.

Como já tem sido falado nas páginas do JN, a revolta que eclodiu a 3 de Fevereiro, no Porto, tentando repor a ordem constitucional interrompida a 28 de Maio de 1926, fracassou, em boa parte por não haver concertação em Lisboa, onde os revoltosos tardaram quatro dias a entrar em acção.

A passagem dos passeantes pela Praça da Batalha foi dos momentos mais emblemáticos, pois as imagens que perduram da tentativa de golpe são, essencialmente, as das trincheiras por ali escavadas, em particular no cimo da Rua 31 de Janeiro, pelos militares do Reviralho.

Este passeio JN, como todos os que têm sido feitos no último sábado de cada mês, está integrado no programa com que temos vindo a assinalar o centenário da República. Tal evocação será temporariamente suspensa, nas páginas do JN, sendo retomada a 28 do corrente.

 

Saudações tripeiras do Francisco.

 

ÁLBUM FOTOGRÁFICO