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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Olhar o Porto - XCII (O Marquês)

No passado chamou-se Largo da Aguardente, na actualidade “O Marquês” é o nome que todo o portuense lhe dá muito embora a toponímia seja Praça do Marquês de Pombal, local onde foram instaladas uma das batarias de D. Pedro IV a quando do Cêrco do Porto. (É interessante ver as designações populares de sítios do Porto, recordo também quando falamos de praça estamos a referirmo-nos à Praça da Liberdade; se dizemos vou ao campo toda a gente sabe que se trata do Campo 24 de Agosto, e podíamos ir por aí adiante, Leões, Cordoaria, Cancela Velha, S. Bento etc). Por razões familiares ando por ali perto e de vez em quando vou cheirar aquela praça ladeada de construções com traça apesar de algumas de há poucos anos a terem tentado descaracterizar.
Os reformados daquela zona da cidade amontoam-se por ali, em grupo numeroso, uns a jogar as cartas outros mirones, treinadores de bancada. Se pensarmos a configuração da praça com um campo de futebol podemos dizer que esse ajuntamento se situa do lado sul, pelo centro está o lago, que veio da Praça de D. João I, com o chafariz, mas quase sempre inactivo. Do lado norte há o coreto que era pressuposto ter lá umas actuações de banda mas parece que é agora peça de museu. Nos baixos desse imóvel existem dois WC, um para homens e outro para senhoras mas que também estão inactivos, isto é fechados. E aqui chegamos à razão deste post, pelo que observamos os reformados vão-se aliviando ali mesmo à porta do WC masculino, a imagem é elucidativa da vertedura de águas. E criticamos essa atitude? Não. A nossa indisposição vai direitinha para a CMP que devia ter aqueles serviços funcionais como sempre estiveram no passado. Contenção de despesas não pode justificar tudo. Os jardins públicos devem ser locais de bom ambiente e não sítios mal cheirosos, nem cloacas a céu aberto.
 

 

   Fiquem bem, antonio

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