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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Carta ao Pai Natal

 

Pai Natal, como menina conscienciosa que sou, sabendo das tuas dificuldades económicas por causa da crise que também deve ter chegado à tua Lapónia, não te vou exigir neste Natal, um iate, nem uma luxuosa mansão, nem tão pouco um aviãozinho particular. Prometo ser mais comedida nos meus pedidos. É que nada vou pedir para mim, somente para a minha família e os meus amigos.

Pai Natal eu gostaria imenso que tu concedesses ao supremo deste blog uma tantas alminhas para salvar este espaço, ponto de encontro dos alunos do curso 69/71, tendo os seus apelos tido orelhas moucas. Pois isto sem nós não tem graça nenhuma...

Ao António era de muita utilidade oferecer-lhe uma picareta para ele poder dar descanso ao seu Kodac e muita, muita força física e vontade para aliviar o matagal que encobre totalmente o seu velho moinho de estimação.

À nossa poetisa, a Rosita, que tanto colorido tem prestado a este espaço com o seu humor poético, gostaria que a incentivasses a produzir os seus poemas na página principal deste blog. Também seria de muita utilidade presenteá-la com o “Magalhães” para assim eu e ela, nos entramês das actividades agrícolas, iniciarmo-nos neste árduo e difícil trabalho que é manusear este engenho progressista, para o qual não estamos nada vocacionadas, mas que vamos tentar superar as dificuldades.

Também gostaria muito que a nossa pintora do curso, a Pequenú, mostrasse aqui algumas das suas obras que foram expostas no Porto, em que eu não tive oportunidade de estar presente. Em contrapartida, atesto pela minha honra que não mais irei coser as pernas e as mangas do seu pijama. Também foi só uma brincadeirinha sem consequências drásticas, Pai Natal.

Fazendo o balanço do meu comportamento ao longo deste ano, penso que sou merecedora de todos estes meus pedidos, pois de uma maneira geral portei-me muito bem. Só há pouco tempo é que… inventei o jogo do bicho (agora vou falar baixinho porque estamos em maré de escutas). Eu sei que é ilegal e por isso é que o António se pôs ao fresco. Mas só jogamos a botões… a direcção geral das finanças não pode aplicar um imposto sobre botões, ou pode? A vencedora foi a nossa Esperança, mas ela só teve como prémio a glória do triunfo, portanto não lhe pode de forma alguma agravar-lhe o IRS.

Pai Natal, quero pedir-te desculpa por ser a mentora de um jogo ilícito, por ser ambiciosa e por ter contribuído para provocar um ecfonema ao António (é que um bicho é muito diferente de um bicharoco).

E agora que já me sinto redimida de todos os meus pecados, só te quero pedir o meu último desejo. Tu que deslizas nos céus a uma velocidade esfuziante, puxado pelas tuas humildes renas, podias ser portador de uma cartinha para pores nas chaminés das casas dos nossos colegas de curso. Em cada uma delas apenas se poderá ler: Participa neste blog (com as tuas histórias e vivências). É tão simples! Basta clicares.

Para ti, para todos os colegas de curso um santo e feliz Natal com muita saúde e muita paz. Com as saudações natalícias da Benilde. 

 

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