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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Pela ruralidade - XXVII

Helder Pacheco numa das suas crónicas no JN, em 31 de Julho,  sobre o Porto, espelha um ar entristecido, algo das suas vivências se foi. O título da sua amargura é sintomático “Morreu a minha árvore”, referindo-se ao jacarandá que desde a infância se habituou a ver florido no Largo do Viriato. As árvores morrem de pé e esta ainda lá está ao alto confirmando a regra mas sem seiva para lhe dar a vida do florido azul celeste que fazia o encanto desde há muitos anos quando o menino Helder por lá passava pela mão do seu avô!...


Eu também tenho a minha árvore mas ao invés de H. Pacheco estou radiante pois está bem vivinha, foi  plantada por mim há cerca de 25 anos. Enquanto foi jovem tratei-a com o carinho de menino de berço, agora que é bem adulta podo-a anualmente no Inverno e ela recompensa-me com as suas vistosas brácteas. Durante vários meses do ano encanta-me com as suas exuberantes flores roxas – trata-se duma pujante buganvília que embeleza a frontaria da minha casa de família da aldeia que este ano fez cem anos. Ninguém fica indiferente àquele jardim florido e estou mesmo em dizer que os vizinhos ficariam mais pobres sem a referência que também se habituaram a ver.


Como é bom ter uma árvore assim!... E esta é mesmo minha Dr. Helder!...

(Na imagem a buganvília ontem ainda resistia bem florida, num dia sorumbático e gélido no fim de Novembro)
 

 

    Fiquem bem, antonio

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