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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Guna - ser ou não ser

- Não, meu caro António. Na minha óptica, tu não foste um «guna involuntário». Tu foste um passageiro que queria pagar bilhete, ou no apeadeiro ou na estação ou dentro da composição e directamente ao revisor, e não conseguiste os teus intentos. A culpa não foi tua. Pelo menos para mim. Agora, quanto a ser guna...Isso era uma filosofia de vida! Ser guna era viajar ao ar livre. Era sentir a adrenalina de poder escorregar a qualquer momento e de saber o que tinha a fazer. Era o sentimento de rebeldia da juventude de se afirmar. Era o sentir o vento a bater na cara e a gelar ainda mais a face que já não ia muito quente, principalmente quando, do lado de dentro, um olhar de reprovação, ou melhor, muitos olhares de reprovação incidiam nos olhos do guna. Era o ter lugar sentado dentro do eléctrico e o viajar sem pagar. Está tudo dito. É aqui que reside a diferença. Saudações bloguistas do Francisco.

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