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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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É tempo de cabaças

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Das inúmeras variedades de cabaças esta é uma das que habitualmente se cultiva em Terras de Santa Mafalda.

Conhecidas por cabaças -menina é um regalo para os nossos olhos, vê-las encarrapitadas em ramadas, exibindo os seus elegante corpinhos de que a mãe natureza as tão bem dotou.

Ricas em fibra, ferro, magnésio, cálcio, potácio,zinco e vitaminas...são de grande valor nutritivo, por tal motivo, sempre que a minha  pessoa, sem pretenções a chef de cuisine,  confecciona o caldito, além da pedra, adiciona um bom  naco de abóbora porqueira, que em tempos idos, somente era utilizada para cevar os suínos.

Com esta e outras variedades também se preparam deliciosos doces, que são a perdição de tantos lambarazes.

“Pouco depois chegou de Arouca da doçaria conventual, um bolo de abóbora que era uma nuvem de leveza e de aboboridão mágica. Foi o melhor de sempre- parecia uma alucinação--Miguel Esteve Cardoso.

São também  conhecidas, depois de lhes serem retiradas pacientemente as sementes do seu interior e bem secas, as vasilhas  usadas para líquidos.

Mas, quis o destino que este pepónio aqui retratado tivesse outra missão nesta vida. Habilidosamente, metamorfoseado eis uma colorida  obra de arte, tendo como objetivo dar vida, alegria e cor a qualquer espaço taciturno.

 

Espero que gostem

 

Com as saudações artísticas

 

Benilde