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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Olhar o Porto - CXCVII(Porto desaparecido)

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Um dia radioso que mais parecia de Agosto e segundo as previsões meteorológicas assim vai continuar por mais uns dias. Os corvos marinhos que fogem do norte da Europa , quando o frio aperta, já por cá estão às dezenas nos pilares da ponte do Freixo. Também eles, que não esperavam este tempo tão quente, posicionam-se estáticos a abanar as asas depois de fazerem uns mergulhos à cata de peixe.

Tragam roupas leves, calçado confortável, garrafa de água e não se esqueçam da máquina fotográfica, eram as dicas que vinham no JN a anunciar este passeio à cidade com Germano Silva. Gente mais que muita para seguir as pisadas do mestre já que ouvi-lo não era tão fácil.

Passeio dos Clérigos, campo do olival que agora, depois de muitas transformações, voltou às suas raízes com plantações de seculares oliveiras. Bonito de se ver!...

Campo dos Mártires da pátria em homenagem aos liberais enforcados na praça nova, actual praça da liberdade. Também tem o nome de Cordoaria por ali haver artífices que faziam as cordas para os navios. Uma referência à lendária árvore da forca que era do tempo dos Filipes.

Passagem pelo palácio de cristal que foi destruído para dar lugar ao que hoje existe e que lhe deram o nome de Rosa Mota.

Em direcção à rua D. Pedro V e aí viramos para a Rua dos Moinhos onde existe uma fonte, do caquinho, e o riacho de Vilar. Rua dos Moinhos, como o nome indica, pois era onde se moía o cereal. Podemos dizer, e isto é apenas da nossa lavra, que aqui é um “oásis” rural no meio da cidade.

Já à beira rio, passamos pelo cais das pedras que teve também o nome de cais dos insurrectos e toda a estória desta designação desenvolvida pelo mestre, sempre patente com a pirataria aos barcos.

A extensa comitiva sempre com o acompanhamento do rancho folclórico do Porto que foi fazendo actuações e o seu presidente António Fernandes também um forte conhecedor das coisas do Porto, seguiu até à Praça do Infante D. Henrique, finalizando aí esta passeata cultural à cidade.

 

(A imagem é da Praça do Infante)

 

  Ant. Gonç. (antonio)