Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Olhar o Porto - CLXVIII(Pelo Jornal de Notícias)

Hoje neste diário duas caixas jornalísticas me despertam a atenção.

Palma Inácio lider da LUAR (Liga de unidade de acção revolucionária) foi perpectuado com um busto aqui no Porto, no Largo Soares dos Reis, onde funcionava a PIDE/DGS, antes do 25 de Abril de 1974, onde esteve preso. O romântico antifascista foi sempre lembrado pelo audicioso assalto ao banco de Portugal, na Figueira da Foz. Eu próprio retive esse acontecimento pois ia no paquete Vera Cruz, repleto de militares, para Angola em missão de defesa da província ultramarina como na altura se dizia. Mas a memória que retenho desse amante da liberdade não fica por aí. Em data que andaria pelo começo dos anos setenta recordo-me dos média terem noticiado a prisão de Palma Inácio num estabelecimento de comes e bebes, em Lisboa, preparando-se para fazer mais uma acção conspirativa. Retenho de memória visual da TV a euforia do dono do estabelecimento pelo engavetamento do antifascista pela PIDE/DGS.

 

Outra notícia do citado jornal tem a ver com casos pouco dignos entre um sacerdote e um professor de dança cubana com relacionamentos intímos e extorsão de dinheiro, cito o JN. Ao menos no crime do padre Amaro de Eça de Queirós havia ele e ela! Isto passa-se no Funchal e veio-me à memória o triste caso do padre Frederico, lembram-se?

 

 

    (antonio)