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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Curiosidades

 

Dizem as estatísticas que Portugal apesar de ter uma baixa natalidade ia equilibrando a população devido à imigração,  o caso inverteu-se, e agora até  a emigração até é cada vez maior.

 

A situação é preocupante em termos de futuro pois cada vez há menos fabrico de descendentes.

 

Vejamos  bons exemplos de demografia:

 

D. Sancho I que ficou para a história “O Povoador” , o cognome assenta-lhe que nem uma luva, teve 20 filhos!...

 

Já o padre de Trancoso no século XV excedeu em muito a fasquia, 299 filhos. Autor das mais elevadas fertilidades, familiares directas, comadres, afilhadas,  enfim  em  tudo o que tinha racha, era um ver se te avias… Enquanto a Igreja mete a cabeça na areia os trancosences recordam o clérigo perpetuando-o  num monumento.

 

Nos finais do  século XVIII, o grande impulsionador da cidade do Porto para fora das muralhas fernandinas, João de Almada e Melo desposou aqui no Porto Anna Joaquina Lencastre que era viúva com 13 filhos.  A seguir  vieram mais dois, sendo um deles Francisco de Almada Menezes que também ficou célebre para o bem e para o mal, alargou a cidade com novos arruamentos mas espatifou a maior parte das muralhas fernandinas.

 

Já agora, para não parecermos redutores, nos nossos dias um, que foi ministro da educação, chegou  a nove descendentes.

 

Não resisto a dar aqui o testemunho de passagem de um livro que acabei de ler “S. Tomé e Príncipe, um paraíso ainda sem rumo” onde se diz que até ao 25 de Abril de 1974 o poder absoluto dos senhores das roças, (eram estados dentro do estado) defendiam a poligamia dos trabalhadores advogando que a monogamia acarretava uma diminuição de escravos, logo a uma depreciação comercial. (Note-se que abolição da escravatura já há muito tinha sido decretada, mas na prática!…)

 

 

    Ant.Gonç. (antonio)