Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Olhar o Porto - CXLIV(Num descapotável)

Andava cá com uma fisgada de fazer um circuito à cidade nos autocarros turísticos que agora proliferam na nossa terra!

Tal como a canção dos “Deolinda”, hoje não porque chove, amanhã não pois estará um calor de rachar segundo os troca tintas da meteorologia, depois também não, estará um vento de NW que nos levará o quico a esvoaçar lá de cima do primeiro andar do descapotável bus. Nunca era dia, mas foi. Pagantes, 10 euros com direito a fones e prospecto com a descrição sonorizada dos locais emblemáticos da cidade. Toda aquela informação já nós conhecemos de ginjeira, bem, sabemos o essencial, quase que me atrevia a dizer, não digo porque sou uma pessoa modesta, mas vá lá, já mereceria uma mini licenciatura arrelvada. As vezes que temos andado a pisar as pedras da calçada já nos dá um certo background de conhecimento sobre o Porto de antes e depois dos Almadas, os grandes obreiros pela expansão da cidade para fora do muro, leia-se muralhas Fernandinas, só um senão à luz dos tempos de agora foi na minha óptica um erro  terem enveredado pela destruição quase total das mesmas.

Há dias dizia, cito de cor, Rui Rio que a cidade está a atravessar um “boom” com as viagens baratuchas da Ryanair que despejam por cá bateladas de turistas sobretudo  espanhóis. Ou melhor, Rio disse por outras palavras, se os voos fossem cancelados seria muito mau para a cidade. Pode-se dizer que não será o turista de graveto mas na realidade quer os autocarros turísticos quer nos Rabelos no Douro é um ver se te avias, é sempre a bombar. Pode eventualmente não ser o turista que irá deixar o couro e o cabelo no novo hotel na Praça em pleno coração da baixa – palácio das Cardosas,   mas de qualquer forma nota-se vida na cidade. Ah! É certamente para os que nos visitam que agora se vêm alfobres de “hostels”, normalmente em edifícios com traça que foram recuperados.

 

 

  (antonio)