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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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41.º aniversário de curso

 

Bolo do 41.º aniversário de curso

 

 

Foi um dia maravilhoso!

Foi um encontro notável!

Fiz a cobertura fotográfica do evento que me foi possível. Pelo menos, tanto quanto a arte e o engenho me deixaram.

No entanto, deixem-me deixar aqui um desabafo: eu não me vejo em fotografia nenhuma. Eu não posso mostrar aos meus netos a minha participação nestes eventos. Eu sei (porque vi) muita gente a fotografar. Pergunto: não haverá quem me queira enviar as fotografias quer fez? Não acham uma boa ideia a cobertura fotográfica ter outras fotos sem ser as da minha autoria? Já sabem, basta fazer o envio para [franciscodocovelo@gmail.com].

Muito obrigado pela vossa colaboração.

 

 

Saudações tripeiras do Francisco.

Olhar o Porto - CXXXVIII(O Porto histórico)

(E D. António Ferreira Gomes de costas para o olival)

 

Meti pés a caminho. Freixo, marginal fora e duma assentada passo debaixo de cinco travessias que ligam Gaia ao Porto. A outra, a da Arrábida, fica mais a jusante do Douro. Barcos rabelos que fazem o circuito das cinco pontes, cheiinhos de estranjas, a maioria espanhóis, que aproveitam as viagens baratuchas de avião para virem até cá.

Na Ribeira o frenesim de turistas é animador. Esplanadas bem compostas vigiadas pelo S. João que saiu das mãos do escultor Cutileiro, com cara de índio, a encimar a monumental fonte da praça da Ribeira. Em frente do lado de Gaia, barcos de bom calado fundeados, certamente à espera de grupos de americanos ou nórdicos que gostam de ir por aí acima até ao Pinhão ou mais além. E em Gaia, lá do alto por cima das caves, cabines do teleférico sempre num vaivém constante quais alcatruzes, mas com uma diferença, enquanto que estes traziam água na subida, aquelas andam lá no alto às moscas. Mas isso pouco interessa, no fim do ano alguém há-de dizer que o saldo é positivo, ninguém gosta de perder!...

Deixei a Ribeira e subo ao morro da Vitória com uma fisgada de ir observar o olival. Refiro-me ao sítio denominado na actualidade Praça de Lisboa que na minha geração já passou por várias intervenções. A última há cerca de quinze anos foi elogiada pela imprensa na altura da inauguração, mas como se sabe caiu em desgraça. Olival, sim senhor, local antigo onde ainda no século XIX havia carvalhos, oliveiras etc. extra muros das muralhas Fernandinas. Então agora na nova intervenção foram plantadas em jardim suspenso (tipo Babilónia, digo eu) dezenas de oliveiras centenárias certamente vindas de Trás-os-Montes ou Alentejo.

As obras estão na recta final, e a coisa está bonita para a fotografia, mas…

Troquei um olhar com um casal que estava como eu a olhar para o suspenso jardim, pensando que eram patrícios :

-Será que não irão secar, adianto. Afinal eram espanhóis e retorquiram-me com sorriso irónico: São modas!...(em bom espanhol, que percebi)

 

 

    (antonio)