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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Portugal - país desordenado

Todos aqueles que têm disponibilidade para ver os telejornais e mesas redondas sobre a situação económica do país, se não forem pessoas fortes podem-se deixar ir abaixo no desânimo, tal é a massacração.  Por muito que Cavaco Silva, presidente, se esforce lá pela América tentando convencer os portugueses aí radicados que para eles Portugal poderá ser um bom retorno, para  investir, todos lhe torcem o nariz. E o caso não é para menos, pois eles bem sabem que os países ricos da Europa nos olham como um país descontrolado, muito desordenado, um pilha galinhas que ainda não foi escorraçado mas é pouco bem visto. Estamos pois, encostados à parede sem hipótese de saída airosa, mas pelo contrário, arranhados e esfarrapados!...

 

Apeteceu-me fazer este introito que poderá também ter a ver com o que a seguir passo a descrever sobre a chamada “via de cintura interna”. Helder Pacheco tem dito que esta via veio emparedar a cidade ao circunda-la. É uma via com tráfico intenso cujo anel se amarra na ponte da Arrábida e da do Freixo. Apresenta uma forte inclinação que passa junto ao Dragão e vai até à entrada da ponte do Freixo. Ora é neste troço da via que acontecem muitos acidentes, alguns graves como o que aconteceu na última sexta-feira – um camião desgovernado atravessou o separador de betão e matou uma senhora que ia no seu carro. No mesmo local dois dias antes também um camião ficou encavalitado nos separadores e só daí foi retirado com a ajuda de duas gruas.

 

Então agora retorno ao início do post em que disse que o nosso país é desordenado. Na cintura interna há limites de velocidade, pois há. Há sinais de radares, pois há. Mas, batatas, ninguém respeita os limites de velocidade e os radares aí instalados são letra morta, pois o diferendo entre as Estradas e a CMPorto nunca foi resolvido para saber quem devia amealhar as multas aos infratores. Ora digam-me lá se isto não são sinais dum país mal governado!...

 

PS: São tantos os acidentes nesta via que estão muitas vezes parados reboques, à espera de serem chamados, na rotunda de Campanhã que fica por baixo da Cintura interna. Como passo por lá diariamente observo esta caricata situação.

 

 

  (antonio)