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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Cabras ao poder!...

Um das noticias do dia no JN despertou-me a leitura. Cabras para limpeza dos terrenos!... Esta notícia já tinha aparecido há cerca de um ano, os autarcas da zona raiana parece que esfregam as mãos de contentes, pois até vão ser criados alguns postos de emprego.

Isto deixa-me um bocado na retranca com a eficácia da medida. É sabido que estes animais limpam tudo. E então as jovens árvorezinhas autótones também serão estraçalhadas. Mal vai o ganho que me dás prejuizo, diz o ditado popular. Mas se em Espanha estão a fazer isso, então há que seguir o exemplo. De Espanha nem bom vento nem bom casamento, já era.

 

 

  http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1950766

 

 

 

  (antonio)

O dia-a-dia

Estou preocupado com o que se está a passar em Londres. Para mim, o que se está a passar não é só a reação à morte de um indivíduo que para uns é jovem (embora tivesse 29 anos) e para outros fosse um gangster. Para mim, o que se está a passar é muito mais do que isso e é capaz de refletir a forma de reagir a más políticas ou o tempo de ficar calado, quieto e parado, simplesmente acabou. Aguardo, com ansiedade, cenas dos próximos episódios. Saudações tripeiras, para já calmas e tranquilas.

SIC NOTÍCIAS

Portugal visto de Arouca em 1936

O jornal "DEFESA DE AROUCA" em 11 de Janeiro de 1936 referia-se ao nosso país nestes termos:

 

"A imprensa estrangeira continua a referir-se, frequentemente e nos mais honrosos termos, à situação do nosso País. Com sinsero desvanecimento temos arquivado nestas colunas diversas apreciações, sendo nosso propósito continuarmos a reproduzir, sempre que nos seja possível, as referências que lá fora são feitas a Portugal e a quem patrioticamente se vem empenhando pelo seu ressurgimento.

Desta vez é do importante jornal belga Vingtième Siècle que transladamos, devidamente traduzido, o trecho que segue, da autoria de Monsenhor Schyrgens:

Não basta, para se apreciar a obra magnífica de Salazar, desmanchar o mecanismo de relojoaria do seu sistema e estudar o funcionamento das suas rodas; é preciso também descobrir o movimento. Salazar insuflou a Portugal um espírito e infundiu-lhe uma alma. Salazar compreendeu que era preciso educar o povo, retemperá-lo no mais são nacionalismo, orientá-lo para um alto ideal. Salazar pediu à massa e obteve dela um acto de fé na grandeza da pátria lusitana, pediu e obteve dela que amasse o esplêndido passado de Portugal, que evocasse o império imenso criado pelo heroísmo de Bartolomeu Dias, de Vasco da Gama, de Cabral e de Albuquerque - heroísmo que durante um século, assegurou à bandeira portuguesa o senhorio do Mundo.Salazar despertou os entusiasmos, fez amar o País tal qual ele é hoje e as suas possibilidades materiais e imateriais, e pressentir e prever o que o País será quanto a progresso, no futuro. Eis o que consistiu o método de Salazar e dos seus colaboradores.

Salazar fez mais ainda. Apelou para todos os cidadãos de vontade aprumada, para todos os espíritos abertos, e impregnou-os das suas ideias principais: um Estado novo, forjado na bigorna da tradição; um Governo estável, independente, com continuidade nas suas directivas; uma representação nacional, não apoiada em ficções mas nas realidades permanentes da vida nacional: família, corporação, associação, município"

 

 

 

   (antonio)

Ministra sem gravata

Ora aí está uma medida economicista para uns, demagógica para outros.

O não uso de gravata para funcionários do Ministério da Agricultura parece ter sido tomada para contenção de despesas com o ar condicionado.

A jovem ministra assim decidiu uma medida que até parece interessante.

Agora também interessante seria ver a jovem governante de galochas a calcorrear os terrenos agrícolas lamacentos ou até a fazer uma visita de surpresa ao interior de uma pocilga de porcos pretos.

Estar a governar do Terreiro do Paço, também; mas este é um ministério, o da agricultura, que exige borrar as botas nas saídas para o campo.

Estarei a ser às tantas muito bota de elástico, mas uma ministra neste ministério? Poderemos à partida dar o benefício da dúvida, poderá ser que umas falhas colmatem superiormente outras. Além do mais já este ministério teve ministros que foram uma lástima.

 

 

 

 

  (antonio)

Pela ruralidade - XCVI ( O saca-rabos)

Ginetas, gatos bravos, linces, toirões, esquilos e de porte mais avantajado os javalis, já eram do meu conhecimento. Têm geralmente hábitos nocturnos, os esquilos não, para fazerem das suas durante a calma noctívaga. São principalmente estes últimos, os javardos, que no meu tempo de escola ninguém conhecia pois não existiam no território das minhas raízes, os maiores devastadores das culturas, mas isso pouco interessa aos superiores interesses defensores da fauna selvagem. Ai de quem lhes faça mal!... Andam de noite muitos quilómetros sempre a foçar na terra e então se derem em campos de cultivo é uma razia quando vão acompanhados da prole.

Os sagazes esquilos de pequeno porte também são agora por lá vistos. Olhar vivo e cauda arqueada sobre o dorso com a ponta virada para o céu. Alimentam-se sobretudo de sementes e são vistos empoleirados nos pinheiros à cata dos pinhões. Há dias lá na terra tive conhecimentos que também deitam a mão aos pintos acabados de nascer.

E os saca-rabos? Estes não conhecia, não. Dia 30 de Julho fui com a família pôr os pés debaixo da mesa num restaurante que ganhou nome no Marco de Canavezes, junto ao Rio Tâmega, a dois passos das inoperacionais termas de Canavezes. Anho assado à maneira, pois claro e um tinto da parreira. No canto da sala um animal embalsamado despertou-me a atenção e não descansei enquanto a minha curiosidade não ficou satisfeita. Será um furão, dizia um da roda familiar, outro alvitrava um texugo. Mas eu estava de pé atrás, aqueles dentes pontiagudos tal como uma serra, cheirava-me que fosse outro animal que à partida não estava a apanhar. Um saca-rabos disse-me a pessoa que nos atendeu, existe mais lá para o Alentejo e é um grande predador de coelhos. Os caçadores devem-lhe ter  cá um azedume, fiquei eu  a matutar com os meus botões!... Afinal todos têm direito à vida, uns mais que outros!...

 

 

  (antonio)

Passeio JN/FNAC de 31 de julho de 2011

Só não conhece melhor o Porto quem não quiser. Eu insisto nessa máxima. Realizou-se ontem, dia 31 de julho de 2011, mais um Passeio JN/FNAC. Como sempre, superiormente guiado pelo jornalista/historiador/escritor Germano Silva e com a habitual companhia do Rancho Folclórico do Porto que ilustra e documenta genialmente o passeio. Aqui estará, brevemente, o álbum fotográfico do passeio. Entretanto, aqui estão os videos das atuações do Rancho Folclórico do Porto.

 

 

 

 

 
 
 
 
 

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