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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Olhar o Porto - CIII (A minha árvore)

 Diz-se que a razão do empedramento de muitas áreas ajardinadas da cidade do Porto tem a ver com a contenção de custos com o pessoal que tratava dos jardins. Na minha óptica foi uma triste decisão que escurece a cidade tirando-lhe o perfume que também atraía o turismo. Mas já que estamos a falar em jardins que foram pró maneta também não podemos esquecer os floreados desenhados em muitos passeios feitos de calcáreo e basalto que foram simplesmente substituídos pelo cinzento granito.

Os nossos governantes autárquicos não têm o glamour dos seus comparsas dos países europeus que têm carinho pelo ambiente. Os senhores engenheiros das câmaras interessam-se pelas empreitadas de plantação de árvores e ficam por aí. Depois deixam-nas ao Deus dará, não são regadas na época estival e nem devidamente tutorizadas enquanto são jovens para uma correcta formação.

Passo diariamente na pequena rua de Fernando de Bulhões que fica ao lado da Igreja das Antas, pois no passeio há um correr de magnólias que terão meia dúzia de anos. Uma delas (ver imagem) está muito torta pois o tutor partiu-se na base e como está atado à arvore faz um efeito contrário àquele com que foi lá colocado. Esta situação está a arrastar-se já há uns tempos e não há ninguém dos serviços camarários que veja aquilo, francamente mexe comigo.

Helder Pacheco ficou entristecido quando o majestoso jacarandá, sua árvore de sentimento, do Largo do Viriato, morreu. Ele era um petiz quando por lá passava pela mão do seu avô e admirava a beleza e o perfume das flores temporãos daquela árvore. Espero, mas temo o pior, que a magnólia, minha árvore visualmente falando, não quebre por desleixo dos serviços da CMP.

 

  Fiquem bem, antonio

Histórias de vida

 

Reforçando o âmago do post anterior de Franc. aqui vai mais esta:

 

O povo português por muito que nos custe dizer tem poucos hábitos culturais de higiene, de pontualidade e de preservação ambiental (Agora assiste-se a uma semeadura de beatas nos passeios à frente dos estabelecimentos comerciais na consequência da boa medida de proibir fumaças debaixo de telha). Temos muito a aprender com os povos nórdicos e nem o bom clima invejado por esses povos nos faz mudar de atitude, parece que cada vez somos mais atrasados.

Mas quero falar da pontualidade que é uma desgraça, até parece que é fine chegar tarde e não cumprir horários. Vem isto a propósito do que há dias sucedeu comigo. Durante toda a minha vida, profissional incluída, tive sempre a fobia da pontualidade, quando por qualquer motivo me atrasava ficava lixado comigo mesmo.

Nunca tive necessidade de recorrer a advogados mas agora precisava de alguém que me interpretasse um testamento, daí telefonei a um amigo dos tempos de estudante, contabilista de profissão, que me indicou um advogado que até já lhe tinha prestado uns serviços. Diz-lhe que fui eu que o indiquei, disse-me o meu amigo. Bem, telefonei, a consulta foi marcada para as cinco da tarde. Fazendo fé na pontualidade, fiz horas no Café Ceuta e às cinco em ponto lá estava para ser atendido. Esperei um quarto de hora, meia hora e aos três quartos de hora disse à recepcionista que me ia embora e que por favor, como tem aí o meu contacto, aguardo por nova marcação. Assim feito, daí por dois dias marcou então nova consulta também para as cinco da tarde. Na altura lembrei, mas é mesmo às cinco, olhe que eu sou pontual! Bem, lá fui, esperei um quarto de hora e à meia hora levantei ferro disse que me ia embora, pois tinha horários a cumprir e não podia estar ali à espera indefinidamente.

Apesar de tudo não dei o tempo como perdido, o Café Ceuta, como já referi em post anterior, encheu-me as medidas enquanto fazia horas para ir pontualmente ao sr. Dr.

 

 

   (antonio) 

Metas de aprendizagem

Pronto. Duas semanas depois do início das aulas, cá estão as metas de aprendizagem definidas pelo Ministério da Educação. Tempo é coisa que não falta aos professores e, portanto, estes têm agora muito tempo para fazer a sua planificação. Isto na perspectiva do Ministério, claro... Também estas duas primeiras semanas foram de diagnóstico e de revisões pelo que, reconheça-se, as agora apresentadas metas de aprendizagem vêm muito a tempo. Isto na perspectiva do Ministério, claro... Este país, realmente, não melhora nada com a idade. O que vos digo é que este país já tinha idade para ter juízo. Digo-vos até mais: este país, com a idade que tem, merecia melhor, muito melhor do que isto. Depois vem o discurso de o português deixar o pagamento para o último dia, deixar tudo para a última hora e, por falar em hora, nunca chegar a horas. Chega sempre atrasado. O atraso deste país mantém-se, lamentavelmente.

Saudações tripeiras do Francisco.

METAS DE APRENDIZAGEM

Vamos esquecer por instantes as agruras da política.

 

 

Abrunhosa veio a Arouca, fazer o que ainda não foi feito – cantar. No entanto, não deixou ver o que ainda não foi visto – os olhos.
Inspirada na extravagância do cantor, participei no passatempo Pedro Abrunhosa, promovido pelo D.D. que consistia em reescrever com originalidade o refrão da canção “fazer o que ainda não foi feito”. Assim é meu dever partilhar com todos os meus amigos o novo refrão, um dos premiados.

 

“E tu escondes-te com demora
Nesse teu olhar que ri e que chora
Que teimas tanto em ocultar
Rasga essa venda
Vem guiar-me ao teu abrigo
Vem criar um mundo comigo
Porque eu só quero o calor do teu olhar”.

 

Com as saudações poéticas, Benilde

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