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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Olhar o Porto - CIV (O perigo espreita II)

Quando falo em "rio" tenho presente um que é o Douro e outro que é Rui. Se o primeiro é perpétuo o outro é efémero e por conseguinte esfuma-se e desaparece. Mas a verdade é que enquanto está vai defumando a habitação, leia-se cidade, tornando-a cada vez mais escura, feia e irrespirável.

Já por aqui deixamos registado a seriedade deste Rio e por isso não podemos ser apelidados de um bota abaixismo radical.

Há dias uma amiga dizia-me com um sorriso nos lábios: meu malandro andas a dizer mal de R.Rio, reportando-se a um post que tinha redigido neste blog.

A crítica é saudável e não tenho ilusões que quem vier a seguir fará tão bem ou tão mal como este. Mesmo assim não me inibo de me irritar com situações de que não gosto. Ainda hoje passei na Rua do Freixo, faço por não passar por lá, e vejam do que me lembrei: estas paredes desta antiga fábrica (Mário Navega) deviam cair em cima do carro de Rui Rio quando por ali passasse, sem o magoar a ele e ao seu motorista. Só um susto dos valentes para que então se fizesse alguma coisa para eliminar de uma vez por todas aquele eminente perigo. Os jornais nomeadamente o JN têm falado no caso mas ninguém faz puto, é impressionante.

A Câmara ou a Protecção civil não terão poder para mandar demolir de imediato aqueles escombros ameaçadores antes que alguém fique debaixo deles?

 

   ver também:http://magisterio6971.blogs.sapo.pt/258865.html

 

 

   (antonio)