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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Facadinhas monárquicas e republicanas

Desde os bancos da escola que nos habituamos a olhar para os nossos governantes como pessoas que estão no seu pedestal, é certo, exemplos de seriedade física e moral. Afinal são gente como nós com os pecadinhos e as virtudes embora possamos admitir que têm inteligência acima da média.

 

Nos últimos tempos tem vindo na imprensa escrita alguns desvarios sexuais dessa gente. Então se recuarmos ao tempo da monarquia constatamos as malandrices do rei lavrador, D. Dinis, as escapadelas do rei D. João VI (tem estátua equestre na Praça Gonçalves Zarco, vulgo Castelo do Queijo) e pelos vistos a sua mulher Carlota Joaquina não lhe ficava atrás. Já no fim da monarquia o rei vivant pintor e caçador D. Carlos também era cá um pimpão, tinha um fraco pelas espanholas!... O seu pai D. Luís,( tem uma ponte com dois tabuleiros, o superior para o metro o inferior para carros, vulgo ponte de cima e ponte de baixo)  também era um ver se avias mas segundo a Revista "Sábado" a rainha Maria Pia (tem aqui no Porto a antiga ponte ferroviária com o seu nome), não se deixava abater e terá mantido uma relação amorosa com o conde Sousa Rosa.

 

Já na primeira República o estadista Teixeira Gomes, Presidente da República, parece que deleitava a lisonjear as pernas roliças dos garotos. Nestas coisas há quem afirme que ele era... e há quem diga o contrário. Segundo Vasco Pulido Valente na NS de 14 de Agosto diz que é levado a dizer que Teixeira Gomes era pedófilo, homo e heterossexual. Apetece-me dizer que tocava todas as cornetas, ou instrumentos que vai dar no mesmo!...

Na segunda República houve uns zuns, zuns!

 

 

(antonio)