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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Olhar o Porto - XCVIII (A Baixa sempre)

Gente que sabe e gosta do Porto tem sido para mim faróis que me têm dado ensinamentos da cidade. Se recuarmos uns bons anitos também posso dizer e é com prazer que o faço que foram uma série de reportagens no JN da autoria de Alfredo Natal sobre o Porto antigo, nomeadamente as muralhas fernandinas que me despertaram a curiosidade. Não tenho conhecimentos profundos da cidade, nem pouco mais ou menos, mas sou receptivo a umas bicadas que vou apanhando aqui e ali.

A última crónica de Helder Pacheco no JN, intitulada “Rejeições”, teve para mim um saboroso sabor, passe a redundância. O cronista de quem nos habituamos a ouvir críticas em voz off desta vez tirou o testo à panela e escreveu sem rodeios do que acha mal que se tem feito na cidade. Muitas vezes as críticas são feitas com paninhos de lã, as pessoas do poder, neste caso autárquico podem-se melindrar. E é sabido que este cronista presta serviços à entidade camarária, mas afinal os erros citadinos vão sendo transversais às várias gerações de autarcas e não a este ou àquele em particular.

Agora que a poeira assentou sobre a requalificação da Baixa com as obras do Porto 2001 já se ouvem fortes vergastadas a fustigar aqueles que muitas malfeitorias engendraram nomeadamente na Cordoaria, Praça Parada Leitão, Avenida dos Aliados, a ideia peregrina de quererem dar uma rotação de 180º à estátua equestre de D. Pedro IV, não queriam que o cavalo estivesse com o cú, leia-se cauda, virado para a Câmara!... E ainda como refere Helder Pacheco, a Casa da Câmara no Terreiro da Sé com a posição sem jeito da estátua do Porto a olhar para uma parede de costas para a cidade.

 

Fiquem bem, antonio