Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Cogumelos Mágicos

Hoje chovia cats and dogs, mas não o suficiente para me privar de calcorrear os campos e montes à busca destes tão apetitosos cogumelos.

Com muita paciência e um enorme cuidado lá fui retirando um a um do seu habitat natural.
Decidi então tirar-lhes estas fotografia para assim poder partilhar convosco a sua perfeição inigualável. São lindos, não são? Mas há que ter muita atenção. Temos que saber distinguir os comestíveis dos venenosos. Para vossa informação há algumas espécies que só se comem uma vez na vida; outras há que induzem a delírios e alucinações.
Não me considero uma expert a referenciar correctamente os cogumelos comestíveis, mas já me vou safando, o que posso comprovar pois ainda estou viva. Tenho é algumas dúvidas se já ingeri alguma espécie de cogumelos alucinógeno.
E, tal como dizia o nosso saudoso António Silva “deste já não há mais”, assim também os ditos cogumelos já foram todos degustados. Refogados com pedaços de toucinho, presunto, chouriço exalavam um aroma digno de um manjar dos deuses. Pois experimentem e comprovem. Deste já bom apetite.
 
Com as saudações “cogumélicas”  - Benilde
 
 

 

 

 

 

 

Pela ruralidade - XLVI (O barreleiro)

A imagem mostra-nos dois apetrechos feitos de cortiça mas com finalidades diferentes. O maior, barreleiro, que encontrei há dias numa casa abandonada a cair aos bocados, outrora abrigando gente, casa de caseiro, onde estava todo espatifado, desengonçado que nem uma minhoca, cheio de teias de aranha e toda a sorte de lixo. Foi um achado e como ando numa de recolha de “velharias” recolhi-o e tratei de lhe dar a primitiva forma segurando-o com cravelhas. O barreleiro era onde se faziam as barrelas que era nem mais nem menos do que uma operação de branqueamento, com cinza e água a ferver, das roupas brancas normalmente de linho que estivessem encardidas. Era uma máquina de lavar do tempo das nossas avós…
Quanto ao irmão mais pequeno, é o tradicional cortiço das abelhas agora também já substituído pelas colmeias móveis de madeira. Pontualmente ainda se encontram nalguns sítios com a utilidade para que foram feitos.
 

 

   (antonio)

O crucifixo na sala de aula

Novamente a polémica estala. Esta questão não é de agora. Já é recorrente e é despertada, de quando em vez. E eu fui apanhado, nos meus 12 últimos anos de serviço, aqui em Ramalde, Porto, por esta questão. E foi muito simples. Recebo um telefonema do Conselho Executivo a informar-me que iria receber dentro de momentos no estabelecimento uma jornalista do Diário de Notícias para prestar umas declarações sobfre os crucifixos na sala de aula. Muito bem, disse eu, terei todo o gosto em responder a todas as questões da jornalista desde que estivesse ao meu lado a representação do mesmo Conselho Executivo. Que não, não era possível estar ninguém do Conselho Executivo, pelas mais variadas razões. Então eu finalizei com a minha negativa em receber pessoalmente o diário, argumentando que como os meus superiores hierárquicos sabiam, eu só podia prestar declarações à imprensa desde que fosse autorizado. E assim ficou uma jornalista sem entrevista... Saudações tripeiras do Francisco.

 

Opiniões sobre o crucifixo na sala de aula
Associação República e Laicidade Associação Famílias de Braga Moisés Espírito Santo Vaticano