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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Pela ruralidade - XXXIX (As ruas)

Ao passar os olhos pela revista Visão vou de encontro a um artigo sobre o Porto assinado pelo conceituado historiador da cidade Germano Silva. Falava sobre uma das mais antigas ruas da urbe da qual há referências no longínquo ano de 1247. Trata-se pois da Rua Cimo de Vila focada a pretexto da ex-viela dos Entrevados, actual Travessa de Cimo de Vila. Vinha lá de baixo da Rua Chã até ao muro, leia-se muralha Fernandina, onde desembocava numa das portas deste cerco por alturas da que é hoje conhecida Praça da Batalha.


Falei deste artigo a propósito de dizer que também há na terra das minhas raízes um sítio “Cimo de Vila” e um “Fundo de Vila” e parece que em muitas localidades estas denominações aparecem com frequência. O local onde nasci sempre foi conhecido por “Fundo de Vila”, agora com as modernices mais por exigência da Comunidade europeia (nós estamos a ser comandados por esta e até por Espanha, veja-se o último folhetim da TVI), andaram por lá a colocar placas com o nome de ruas onde sempre existiram caminhos, no caso concreto “Rua de Fundo de Vila” (ver imagem).  Dizia-me o meu vizinho lá da terra já entradote, isto é que está lindo, só havia ruas na cidade do Porto, agora até os caminhos foram promovidos a ruas e travessas. Bem, avenidas e as rotundas da moda é que ainda não há atalhei, mas de imediato reformulei a minha investida, afinal também há uma placa com o nome “Avenida Profª Maria Mendonça” por sinal minha professora (ver link).
E assim nacos de civilização vão chegando ao meio rural que se vai descaracterizando.
 

  Fiquem bem, antonio