Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Escola em risco - IV

A polémica sobre a avaliação e não só continua entre ministério da educação e professores. Eis que, neste quadro, aparecem agora treze (só?) docentes que apoiam a actual avaliação colocando-se assim ao lado da ministra quando a esmagadora maioria estão do outro lado da barricada. E até tiveram, como convinha, direito aos holofotes das televisões.

Eu não quero fazer comparações abusivas mas os mais maduros como eu ainda se devem lembrar da célebre brigada do reumático - um grupo de generais - que foram dar o apoio ao primeiro ministro Marcelo Caetano quando já havia forte contestação encorpada com o aparecimento do livro de Spínola "Portugal e o Futuro". A teimosia de Caetano em relação à manutenção da guerra colonial deu o que deu, e a teimosia da ministra da educação que consequências terá?!... O diálogo de surdos não aproveita a ninguém.

 

  Fiquem bem, antonio

Bronca instalada na A.R.

Agora anda tudo ao tio ao tio porque muitos deputados (os do PSD deram cartas pela negativa) baldaram-se a uma importante votação na A.R. para um fim de semana alargado. E a embrulhada é de tal sofisma que ninguém sabe ao certo quantos deputados faltaram em face da discrepância entre os que assinaram o livro de presenças e a votação. Parece que a falha se deve às obras que por lá andam no edifício. Bonito! Bonito! Boa justificação.

Já não bastava aquela vergonha de há uns anos em que muitos deputados averbatavam subsídios para viagens ao estrangeiro que não faziam!

Nos media de hoje grande caixa dizia que os portugueses dão pouco crédito aos deputados. Pudera, estes empenhos deputativos não ajudam nada à confiança nos seus eleitos. Mas o mais lindo é que se os portugueses se assim pensam, nas horas das eleições lá vão todos orgulhosos cumprir o gesto de cidadania dando o votinho, nem que seja para eleger em Braga um deputado que foi presidente de Câmara na sua terra natal no  Baixo Alentejo - questões partidárias, só pode!...

Comigo assim não podem contar, há que tirar o cavalinho da chuva...

 

  PS: Medina Carreira na SIC Notícias é que não está com paninhos quentes, fala linguagem que o povo entende sem rebuscos políticos quando aborda a situação política/económica. Ontem quando o entrevistador José Gomes Ferreira o tentou encaminhar para o caso dos deputados que se baldaram à A.R. limitou-se a dizer: Ó José G. Ferreira, poupe-me a isso! Eu é que não poupo os eventuais leitores deste post avivando o que disse Soares (pai) sobre isto: os deputados têm direitos até pelo seu estatuto e também têm "alguns" deveres - o sublinhado é meu. E Guilherme Silva deputado do maior grupo dos faltosos disse que as votações na A.R. não deviam ser feitas à sexta-feira porque há deputados que têm residência longe. E esta?!... (parafraseando Fernando Pessa)

 

  Fiquem bem, antonio

Olhar o Porto - LIX (versus Amarante)

 

Já aqui falei num post sobre a menina dos olhos de Helder Pacheco que anda numa de luto pela morte do “seu” jacarandá do Largo do Viriato.
Rei morto, rei posto e então na crónica do JN de 04/12/2008 H. Pacheco vai-se espairecendo com os jacarandás, ainda novatos é certo, que estão na Rua Sá da Bandeira, junto à Brasileira e no jardim do Campo 24 de Agosto finalmente arranjado pela METRO. Já lhe conhecíamos essa vertente de amar a cidade nas suas mais variadas facetas e ainda bem que há muita gente assim que se substitui aos poderes públicos, estes sim deviam ser os primeiros a zelar pelo meio ambiente. E atrevo-me a sugerir que se a CMP for sensível aos ensinamentos deste mestre e amigo da sua terra, devia colocar no Largo do Viriato outro jacarandá no local do falecido. Seria um singelo gesto que Helder Pacheco certamente gostaria.
Ontem estive em Amarante e também tentei dar o meu contributo de amor à natureza, depois de visitar o museu Amadeo de Sousa Cardoso, (um pintor que morreu tão novo, 31 anos e com uma obra tão vasta, deixou-me de rastos!...)vi que no centro da cidade o largo do Conselheiro António Cândido, outro vulto de Amarante, está em pantanas num autêntico rebuliço. Máquinas giratórias estão a levantar o espaço central que era ajardinado e ensombrado na época estival por frondosas tílias. Notei que as máquinas ao passar estavam a esfolar estas árvores. Não me contive e numa de humildade disse suavemente para um trabalhador que me pareceu encarregado ou talvez não: é pena as máquinas estarem a ferir as tílias… A pessoa em causa disse-me pura e simplesmente que as tílias vão abaixo para a requalificação da praça. Limitei-me a dizer que a ser assim já cá não está quem falou. Fiquei pensativo, namorei novamente as tílias tentando descortinar algum enfezamento, mas nada, fortes, de troncos lisos  com aparência de vigor.
Já por aqui falei que anda pelo país uma febrite de deitar abaixo jardins e colocar tudo granítico (e se for da China tanto melhor, como na Avenida dos Aliados!...) sacrificando árvores sãs como as que estou a falar. Não duvidarei que o actual largo António Cândido e ruas anexas em Amarante ficará com outro visual de cara lavada. Mas e as árvores senhor?!... Terão mesmo de ser sacrificadas ao betão? (ver link).
 

 

   Fiquem bem, antonio

 

Pedido

Olá Benilde! Viva. Quero começar por te agradecer a colaboração que, mais uma vez, deste a este nosso espaço. E para quem não saiba, a Benilde, que escreve maravilhosamente, fê-lo, uma vez mais, no espaço destinado aos comentários. É só ir aos comentários do artigo de 27 de Outubro, intitulado "Convívio de Natal". Já é bom. Já é agradável, sim senhor, contar com a tua colaboração. Contudo, gostaria que compreendesses, Benilde, que sendo este espaço um jornal virtual, quem o abrir e ler o artigo do dia e/ou os artigos mais recentes, poderá não ter acesso ao teu comentário. Só mesmo quem tiver o hábito de ler comentários. Decerto concordarás com esta minha teoria. E, como sabes, estou a ter esta conversa contigo, em público, porque não tenho o teu endereço electrónico. O teu comentário também não o disponibiliza. Assim sendo, termino com o seguinte pedido: envia-me, por favor, o teu endereço electrónico. Pode ser mesmo o que criaste no sapo.pt . Saudações tripeiras do Francisco.

Novas oportunidades

Ao ver a RTP(N) apanhei o que disse o nosso primeiro: “Há ainda três milhões de adultos com falta de formação”. Se a este número somarmos os jovens em idade escolar chegaremos a uma conclusão, sobram poucos milhões (aos dez milhões de portugueses) com formação. E agora se nos compararmos com gente que nos chega do leste com boa escolaridade chegamos a uma realidade que nos faz pensar. E não adianta culpar só o Sr. Dr. De Santa Comba Dão, pois o 25 de Abril de 1974 já lá vai há uns anitos e a máquina continua muito emperrada.
Novas oportunidades? Pois claro, também vou nessa. Puxei pelos cordelinhos à bolsa e estou a colmatar algumas falhas com umas aulas sobre a língua de Sua Majestade, que estava muito esquecida e outras a dar umas esticadelas ao canastro, no ginásio. E assim vou tentando gerir a minha saúde física e mental!...
 

 

  Fiquem bem, antonio

Olhar o Porto - LVIII

Quando andamos por aí pela cidade sem o olhar cirúrgico de Helder Pacheco, Júlio Couto ou Germano Silva (gente que sabe do Porto que até chateia, com quem já tive oportunidade de calcorrear as pedras da calçada) somos confrontados com as mais variadas situações que nos transformam em “olheiros”. Temos que visualizar a cidade com a cara levantada qual altaneira gazela e não tipo javali que apesar de astuto e de bom olfacto passa o dia com a tromba na terra.
Casas velhas ou desabitadas sempre houve na cidade. No passado os donos selavam-nas lacrando as portas e janelas com tábuas, mais tarde com tijolos ou blocos de cimento para evitar entradas de estranhos. Tudo bem, pois os proprietários têm o direito de não ver as propriedades devassadas ou ocupadas ilegalmente. Mas o que me chamou a atenção há dias foi ver ali pelas bandas do Marquês, leia-se Praça Marquês de Pombal, uma moradia lacrada com acabamento em azulejo nos locais das portadas e janelas. Esteticamente até nem ficou mal, mas a função duma habitação não é essa certamente, fechada a sete chaves!...
Há por aí estatísticas que dizem que há casas de sobra para toda a gente (dez milhões é pouca gente para um país. Só a cidade de Bombaim onde aconteceu aquela miséria tem dezanove milhões de habitantes) se os espaços existentes estivessem recuperados. Então pergunta-se, para quê continuar a ver-se tanta construção nova! Ah, já sei, o consumismo/capitalismo é quem ditam as regras, até um dia!...
 

 

   Fiquem bem, antonio

Restauração da Independência de Portugal

  Comemora-se hoje, dia 1 de Dezembro, a Restauração da Independência de Portugal. Todos os cidadãos portugueses têm obrigação de saber o que se passou nesse dia e o que quer dizer a Restauração da Independência de Portugal. É também para isso que este espaço serve. Só temos que o usar, lendo, comentando e publicando. Nesse sentido, resolvi dar a minha contribuição. Basta clicar nos links para acedermos a fontes de informação distintas.

      Saudações bloguistas do Francisco.

 

Restauração da Independência de Portugal
Site Júnior Hemeroteca digital Eb 2/3 Ribeira Neiva O Portal da História

 

Pág. 2/2