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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

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Os pecados da democracia

As pessoas de boa fé não se apercebem à primeira vista das teias partidárias que estão subjacentes a determinados cargos políticos.

Um amigo dizia-me: eh pá nós acertávamos era se nos tínhamos metido num partido político a seguir ao 25 de Abril. Eu como tenho uma reacção retardatária mas com alguma sanidade não atingia aquilo que me era dito. Quando acordei para o sumo do desejo que o meu amigo mantinha fiquei de orelha afilada e olhei em volta, isto é, para a imprensa e fico basbaque com as sapatadas que se vão por aí fabricando nos cargos do poder. Alguns chegam à barra dos tribunais mas tudo se dilui na pretensa legalidade ou na dúvida "pró - réu" e vai em paz!

Certa imprensa bem abre grandes caixas sobre aquilo que alguns fazem debaixo de mão (outros à descarada) e que muitos outros gostariam de fazer, mas depois passados anos tudo espremido e caganifes, ninguém paga as favas, a não ser o zé pagante que à cabeça lhe sacam os impostos.

Agora anda por aí um sururu dos diabos sobre o BPN. Deixem lá, no tempo da ditadura também houve um Alves dos Reis que arquitectou a falsificação de 200 mil notas de 500 escudos, comprou um palácio, três quintas e uma frota de táxis. Foi descoberto quando se preparava para se apropriar do Banco de Portugal. Dos nossos dias ainda está presente o caso D. Branca, que todos sabiam que existia mas teve de ser a comunicação social a levantar a lebre!

A democracia, e segundo alguns ainda não se inventou outro regime melhor, deu cá um jeitaço para alguns sacarem à maneira e depois abrigam-se debaixo do chapéu partidário. O recentemente falecido humorista Badaró bem sabia do que estava a falar " Ó Abreu dá cá o meu".

 

   Fiquem bem, antonio