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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Olhar o Porto - L

Depois daquela intervenção desastrosa que foi efectuada na "sala de visitas" da cidade do Porto as críticas choveram mais que muitas sobre aquele deserto eirado em que transformaram a placa central da Avenida dos Aliados. Tentando responder a Franc. que num post anterior se referia a esta temática, digo que para calar os críticos a C.M.P. tem-se esfarrapado para dar àquele espaço alguma utilidade. Tapar o sol com uma peneira é um exercício perdido e então que se tem por lá observado? Desde carroceis, insuflaveis para a miudagem, pirosa árvore de Natal, barracas de comes e bebes, bancas de artesanato globalizado, matraquilhos às tantas e agora o tal café, tudo isto emoldurado com o tanque de água, por favor não lhe chamem espelho de água para a minha sensibilidade não ficar ferida, quase sempre cheio de folhagem e papelada onde a miudagem faz por lá uns chafurdos nesta época estival. (Tanque das lavadeiras como disse numa crónica o Dr. Júlio Couto cronista do Porto Canal sobre as estátuas de Henrique Moreira que estão na Avenida dos Aliados).

Parabéns aos cérebros da CMP que idealizam, desta maneira tão pobre, uma cidade! Eu não gosto.

E por falar em gostar, também não gosto nada do que vi no largo da Rua da Banharia com a Rua Escura e Rua do Souto. Parecia um arraial, um corrupio de jovens a ir e a vir. E ninguém faz nada!... Deitei depois uma olhadela à Praceta do Duque da Ribeira, antiga Viela do Anjo e a degradação continua desde há anos após uma tentativa de melhoramento do espaço. A recuperação das casas da Rua Mousinho da Silveira está em bom ritmo, veremos depois que moradores vão rentabilizar aqueles espaços. Com uma cultura que se inseriu nas classes médias de não quererem viver na parte histórica da cidade, fica-me uma interrogação sobre a maneira de trazer estas pessoas de volta!...

 

   Fiquem bem, antonio