Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

O Nosso Presidente

O Presidente da República vai falar ao país em horário nobre, ouviu-se ontem!... Todo o reino dos média se pôs em bicos de pés a fazer conjecturas sobre o teor da comunicação, assunto sério, era tudo o que se sabia.

Bem, cá em casa também mandei os meus bitaites e espalhei no agregado familiar: o presidente vai falar aos portugueses no sentido de elevar o élan numa altura em que o moral das tropas, leia-se, súbditos anda muito por baixo.

Enganei-me, paciência!...

 

   (antonio)

Olhar o Porto - XLVI (As árvores morrem de pé)

A paisagem urbana é absorvida por quem pisa diariamente as pedras da calçada como sói dizer-se.
O casario, os jardins, as árvores fazem parte da nossa vivência de modo que qualquer alteração nos toca. Se para os mais frios o desaparecimento de uma árvore é assunto menor, para os mais sensíveis e estou aqui também a lembrar-me dos homens das letras, são percas significativas..
No Jornal de Notícias, ontem Helder Pacheco num artigo “Morreu a minha árvore” veio fazer o “requium” de um ser vivo emblemático, o jacarandá do largo do Viriato, que se foi. Passei por lá há dias e notei o estertor de tão nobre árvore, tinha pernadas secas e estava já ancorada com tutores laterais que tentavam em vão suster a morte anunciada. Quando despontava a Primavera o jacarandá azulava o antigo largo do Viriato com a sua copa frondosa.
Esta árvore tal como a famosa “árvore da forca”, um ulmeiro da Cordoaria que também foi um monumento vivo da cidade, foram o mote para páginas de prosas de escritores do Porto, amigos do verde em oposição ao betão.
Que a CMP no mesmo local plante um novo jacarandá são os meus desejos.
 

   Fiquem bem, antonio