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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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O Rei gay fez obra no Porto!

Ouve-se a cada passo que a sexualidade é do foro íntimo de cada um. A “normalidade” parece ser a heterossexualidade que na sua acção vai dando continuação à raça humana.
Figuras sociais de proa têm posto a nu a sua libertinagem sexual sem traves, como Luís Pacheco e Cesariny entre outros, que não se livraram do anátema de escritores malditos. Eram livros abertos que não se escondiam na contra capa.
Podemos dizer que a não “normalidade” é transversal a todos os estratos sociais. D. Pedro I, um amante bissexual, foi um homem de paixões à esquerda e à direita. Por um lado caiu nos braços da bela Inês, por outro, segundo o cronista Fernão Lopes, gostava de tirar duas, entenda-se a bonomia, com o escudeiro Afonso Madeira. Foi cruel pelo que fez aos assassinos de D. Inês e ciumento também, pois não suportou a traição do amante com uma dama da corte e, mandou cortar-lhe o fálico.
As muralhas do Porto, baluarte de defesa da cidade, iniciadas com D. Afonso IV, estiveram em construção durante todo o reinado de D. Pedro e só terminaram com o seu sucessor D. Fernando, daí ficarem a ser conhecidas com a designação de muralhas Fernandinas. Segundo os cronistas D. Pedro revelou-se um bom rei, pois manteve a paz externa e consolidificou a independência de Portugal face à Igreja. A cidade do Porto viveu séculos dentro das muralhas até ao sec XIX em que os Almadas lhe cortaram as amarras e a expandiram para extra muros com novos arruamentos.

 

   Fiquem bem, antonio