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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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O Portugal de hoje

Após um "vacatio legis" das imagens com história que Franc. aqui nos ofereceu, penso já não ofuscar o "prime time" com o meu post:

Sabe-se que o regicídio aconteceu num clima de crispação em que o fosso entre ricos e pobres era gritante. Estava-se num obscurantismo em que dois terços da população era analfabeta. A Lisboa burguesa esquecia a arraia miúda com grupos de miúdos famintos a deambular por aqui e por ali. O próprio D. Carlos que viajava pelo estrangeiro no regresso interiorizava que chegava à “piolheira”. Os intelectuais da “carbonária” aproveitaram a bagunça para dar a reviravolta. O professor Buiça, um transmontano de raiz mas intelectualizado na capital desferiu o tiro certeiro e assim num ápice se começou a esfumar a monarquia.
Nos dias de hoje e num breve estilo comparativo vemos que também as disparidades entre ricos e pobres está a acentuar-se com golpadas escandalosas dos primeiros. Nos últimos dias, direi, anos, a coisa tem sido demais sem que nada se faça porque afinal não se pode. O programa de ontem “Prós e Contra” foi esclarecedor: as leis estão feitas para dar cobertura às sapatadas!... Ontem no JN, as regalias dos deputados, os tais que fazem essas leis,  dão origem às palmadas ou seremos nós um país de invejosos?!...

 

   Fiquem bem, antonio