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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

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Cronicando


O que é bom, não deve ser esquecido!

Correndo o risco de vos saturar, mesmo assim opto, principalmente por ser uma questão de equiparidade e justiça,por pedir-vos autorização para falar-vos na Academia de Música de Espinho, ao pensar novamente e ainda em Música e Canto.

Gostaria de ser bem clara em explicitar, que nunca pretendi estar a desenvolver um historial de Espinho em termos de Actividades actuais (pois se tal fosse o caso, nunca poderia esquecer as actividades desportivas; a Nave de Espinho; o Centro Multimeios, etc.).

Mas afinal, que pretendi com os meus artigos sobre Espinho? Parte da resposta a esta questão encontra-se no artigo anterior, mas concluindo a resposta, foi essencialmente demonstrar que o indivíduo, enquanto pessoa, deve fazer o que realmente gosta, sabendo assim preencher os seus tempos livres, tornando-se ocupada por opção e com prazer: "Aposentada,mas não parada".

E como já há muito se percebeu que eu gosto de cantar, optei por participar no "Côro dos Amigos da Academia de Música de Espinho". E foi fantástico, gostei mesmo muito, mas por motivos de saúde tive que "desistir" durante uns meses. E então para preencher o meu prazer de cantar inscrevi-me no Orfeão de Espinho. Assim, é que, a história está bem contadinha.

Ora, tendo eu falado no Orfeão deta cidade, não podia nem devia esquecer a Academia de Música, a qual também se deslocou à Assembleia da República (antes até do Orfeão).

Tentando sintetizar, não posso deixar de referir a extraordinária "OCE- Orquestra Clássica de Espinho",  formada na e pela Academia de Música; o ensino  oficial do 2º. ciclo paralelo com o curso de Música no mesmo edifício e o excelente trabalho realizado pelo Professor Fausto com O Côro  (e não so!) acima referido: Excertos da Ópera "Dido e Eneias" ( cuja actuação foi pura e simplesmente fantástica).

Para concluir, referencio as sessões constantes de Música, já realizadas na nova Academia (sita na rua onde resido, o que me proporciona o prazer de assistir a várias actuações).

Voltarei a escrever sobre a Academia de Música, pois creiam haver motivo e conteúdo para tal e muito brevemente.

Saudações Musicais de

Maria da Graça

 

Cronicando

"Nem sempre o que parece é..."

Sobre o facto, de eu tanto "falar" de Espinho, tal deve-se, fundamentalmente, ao espírito derrotista, do habitual português e parece que também espinhense, afirmando que Espinho não tem nada para se ver, que não há nada onde nos distraírmos, etc.,etc. Não que eu discorde totalmente, pois esta cidade podia e devia ser melhor aproveitada, mas que tem demonstrado ascensão através dos anos, lá isso tem.

Convém afirmar (o que já há muito devia ter feito, mas apenas não calhou) que eu não sou natural de Espinho (sou espinhense por amor e afinidade pois, toda a minha família directa vive e praticamente nasceu em Espinho). É que, o meu pai era ferroviário (funcionário da C.P.) o que fez com que a minha mãe tivesse cada uma das suas filhas em estações do Caminho de Ferro diferentes. Sim, vivi em várias estações! Mas toda a minha vida está ligada a Espinho, desde criança.

Além disso, como o meu nome é muito extenso e as pessoas fazem esse mesmo comentário, eu digo que o meu pai foi funcionário da C.P. e que, por isso, o meu nome é do tamanho dum comboio!

Quanto às ruas de Espinho serem numeradas, mas também terem designação de personalidades eu sei-o pela minha mãe ( a tal jovem e bonita senhora de 80 anos) mas gostaria muito que fosse o nosso amigo António a explicá-lo, primeiro porque, por certo, vou aprender bastante e segundo pela redacção fantástica que, este amigo comum, apresenta nos seus artigos. Fico a aguardar.

E voltando à fundamentação deste artigo: Espinho é uma cidade nova (33 anos), pequena ( o que até me agrada bastante), com toda a sua História originária nos "vareiros vindos do Furadouro". Não tem muito para ver, mas apresenta "espaços" muito agradáveis e nada dispendiosos. como passar-se uma bela tarde num dos barzinhos sitos mesmo na areia. Passem por cá e deleitem-se quer a passar, num desses bares, uma bela manhã, ou ver o pôr-do-sol , ou descansar um pouco antes de se deitarem  e depois digam-me alguma coisa... É o que me fica mais gravado ao fim de mais um verão, pelo prazer que me dá. Eu sei, eu sei que isto não é único de Espinho, mas já sabem: "cada um puxa a brasa para a sua sardinha" e que as nossas mágoas foram atiradas ao mar é uma verdade.

Hoje, ao consultar este delicioso blog, apercebi-me, até com alguma surpresa, que terei andado a falar em demasia sobre Espinho, pelo que desde já apresento o meu pedido de desculpas. Muito honestamente, e talvez  até um pouco inconscientemente, o que eu pretendia demonstrar, e creio que até a mim própria, era que há divulgação de Cultura e Recreação em Espinho! Pois se me centralizei no Orfeão de Espinho (e não devo, de modo alguém esquecer A Academia de Música com toda a sua grande actividade: próximo post) e já me dizem "Boas Festas em Espinho... Amigos as festas religiosas e profanas em Espinho são em meados de Setembro... Até me agradou, o facto de os artigos nos fazerem repensar a vida e perceber claramente que a vida chama por nós, apela-nos a participar no que noa apraz, por mais simples que seja. Mas, quer agora no Verão, quer em Setembro por que não vêm até Espinho, ao menos tomar um cafézinho? Teria muito gosto em fazer-vos companhia (sem esquecer ninguém, mas em especial os amigos que têm comentado sobre Espinho:Porcina; António e Francisco).

E, por hoje, receando estar a maçar-vos, termino dizendo: -"façam o favor de serem felizes" (copiando Raúl Solnado).

Saudações Espinhenses de

Maria da Graça