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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

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Dia contra o trabalho infantil

Esta é uma efeméride que não me agrada nada registar. Até nem devia existir. Esta é das tais que não se justificam. Estão relacionadas com actos injustificáveis. Todavia, que dá que pensar, lá isso dá. E porquê? Porque há um ditado muito antigo que diz que «trabalho de menino é pouco mas quem não o aproveita é louco». Então eu estou a defender que os meninos devem trabalhar mas pouco? Nada disso. Ou estou a defender que os meninos só devem fazer trabalhos leves? Nada disso. Trata-se de estabelecer a fronteira entre o aproveitamento do trabalho infantil e a exploração do trabalho infantil com aproveitamento pecuniário. E surge também aqui a questão da fuga à escolaridade. E é aqui que aparece a questão das artes e ofícios. Para quem se recorda, longe vão os tempos do ensino técnico e dos cursos comerciais e industriais. Todavia, quantos dos bons técnicos aos quais hoje necessitamos de recorrer são desse tempo?

UNICEF SOL

Saudações laborais do Francisco.

Foto do dia

 

Não, não é o fofógrafo "à la minute" de alguma festa popular do interior. É mesmo ali em pleno coração da cidade do Porto, na Praça da Liberdade que o cavalinho e a geringonça se encontram à espera do primeiro que queira ver o passarinho!...

   (antonio)

Um pouco de mim...

Logo após o nosso encontro em Arouca e com a insistência dos amigos decidi apresentar alguns trabalhos efectuados nestes ultimos anos para conhecimento dos colegas. Aproveito para incitar os menos audazes a experimentar  e a tirar partido daquela  veia que durante anos fomos exercitando, muito ou pouco, nas nossas escolas com as crianças. Ou não fomos nós, professores, que os incentivamos a criar e a tirar partido da sua imaginação e criatividade sem medo de mostrar do que eram  (não serão ainda?) capazes de olhar o mundo, as cores e tudo o que nos rodeiam. Temos de aprender a observar e a ver o que é essencial e nos agrada .

Com o pincel, as cores são colocadas na tela e o pormenor é feito, se quisermos, com todo o rigor. Já com a espátula, a textura e o traço fortes são os elementos mais marcantes. Na olarela é trabalhada a cor e esbatida de forma a dar profundidade. Não requer pormenor, mas contraste.

Foram relevantes as técnicas que utilizei ao longo destes anos e o partido que delas tirei.

Cabe-vos dar uma opinião.

 

Um exemplo da técnica a pincel...

A técnica a espátula...

 

Em olarela....