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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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Cronicando

 

LÍNGUA PORTUGUESA, MATEMÁTICA E POLÍTICA

 

Às vezes a minha cachimónia começa a associar, a relacionar isto é a pensar.

Dir-me-ão:"-Pois, ela às vezes pensa...", ao que eu argumentarei:"-Quem me dera que o meu cérebro não estivesse em constante actividade, com energia mental e soubesse, por vezes, parar ou melhor relaxar. Talvez o meu cérebro não saiba relaxar. Talvez deva aprender ioga...

Nas minhas associações de ideias acabei por interligar a Matemática com a Política, mas não pelo lado positivo.É como aquela anedota do "também". A Matemática gera aversão e a Política também. Têm isto em comum, embora devessem ter muito mais. Quantos de nós, profissionais da Educação, sentimos e ouvimos os nossos alunos dizer-nos:"-Detesto Matemática.". Esta disciplina é simples, clara, objectiva, necessária e útil. Assim devia sê-lo a Política.

No meu tempo de leccionação, preocupei-me, deveras, em saber transmitir aos meus alunos que a Matemática é linda e fácil! Era muito importante, para mim, que eu enviasse crianças para o 2º. ciclo com apetência para aquela àrea e considero que consegui cumprir esse objectivo.

Já não digo o mesmo da Política. Eu sei que todos nós somos e fazemos Política, mas basta ver, diariamente as notícias. É cada safanão. É cada atropelo que se vê na vida nacional feitos pelos políticos!...Já reflectiram na diferença de opinião e de formulação de conceitos e de juízos de valor que fazemos antes e depois de um político vir discursar na T.V.? Estoira, mais uma bomba, ou melhor mais uma falcatrua no seio político. E nós analisamos, reflectimos, tiramos as nossas conclusões e ficamos com a nossa opinião formada. Mas eis que o Senhor Dr. Político vem discursar à T.V. e tudo se altera. Que bem que eles falam (Aqui está a relacionação com Língua Portuguesa), que poder de argumentação, que excelente(s) advogado(s) de defesa! No final, até damos alguma (alguma! Toda não! Que não somos tão anjinhos) razão ao palestrador.

Que desilusão! Numa coisa vocês, Sr.s Políticos, são muito bons: em reforçar e alicerçar a nossa aversão à Política.E parece que começamos a habituarmo-nos ou pelo menos já a ficar indiferentes às vossas aldrabices. É só mais uma! Já nos pregaram tantas...

Sempre pensei que ser-se um bom político assentava na INTEGRIDADE e HONESTIDADE  mas não. Pelos vistos, assenta na triste arte de saber enganar (ter-se "esperteza saloia ") e de manipular. Tudo se resume ao poder de manipulação e quanto mais e melhor se souber manipular, melhor político se é. E como nos anais da História a classe mais desfavorecida é que sofre, isto é, o Zé Povinho é que aguenta, só lá vai ficando de mal a pior. Então não se ouve constantemente falar de "crise"? Mas qual crise?! Para os pobres? Pois, mas essa sempre a houve, só que tem vindo  a piorar. Bem, como já estudei no Passado, a HIstória repete-se: Os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres mais pobres ainda.

 A História repete-se, mas parece não se aprender nada com o Passado...

 

 

Saudações matemáticas

Maria da Graça