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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

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MEMÓRIAS DE VIAGEM

Eis-nos chegados a Cracóvia que tem entre as cidades polacas uma posição de destaque, devido à sua importância histórica e uma enorme herança cultural. Desde a Idade Média, quando Cracóvia se tornou a capital polaca, que se mantém preservada e cheia de carisma especial. Ao contrário de Varsóvia, com seu centro movimentado e arranha-céus, Cracóvia é uma cidade totalmente velha, abundante em cafés, universidades e arquitectura sacra. Por mais de quinhentos anos ( 1038-1596 ), a Corte Real residiu no castelo de Wawel de Cracóvia acima do rio Vistula. Depois de os reis suecos terem transferido a capital para Varsóvia, Cracóvia permaneceu o centro artístico e intelectual do país e depois da Partição da Polónia, também o ponto fulcral do renascimento nacional. Naquela época, Cracóvia pertencia à monarquia austro-húngara, um facto que ainda se repercute entre os habitantes da cidade. Visitar Cracóvia requer adaptação ao seu ritmo pouco intenso; há uma grande quantidade de bares, cafés, clubes ou restaurantes que acolhem quem os visita. Alguns dos pontos mais emblemáticos são:

O Castelo Real- Como num conto de fadas ele descansa na colina rio acima e é protegido por um dragão ( a sua estátua de ferro está no covil onde o monstro vivia). O estilo da Renascença e a torre da catedral, dominam a velha vizinhança real.

A solene Catedral de Wawel foi construída no santuário do patrono polaco Santo Estanislau. E o rio Vístula, vista do Palácio.

Praça Principal - provavelmente a maior da Europa, elegante, vibrante e inesquecível. No meio, o shopping center mais antigo da Polónia - Sukiennice ( saguão de pano ) e uma torre solitária relembrando como era a prefeitura.

 

Poucos metros adiante de Sukiennice encontram a igreja Gótica de Santa Maria (1222) com o maior altar de madeira entalhado por Viet Stwoss, onde a todas as horas soa a corneta cujo o toque é sempre interrompido em memória do corneteiro cuja garganta foi trespassada por uma seta em 1241 quando alertava a cidade do ataque dos tártaros. Histórias e marcos interessantes estão espalhados pelas ruas, becos e praças - há mais de trinta museus e galerias.

Recentemente duas novas rotas de caminhadas foram estabelecidas na Cidade Velha. Primeiramente, a rota da Universidade que leva aos locais da Universidade de Jagellonian, fundada em 1364 por Casimir, o Grande ( o segundo mais antigo ao norte dos Alpes). A outra rota comemora o período cracoviano de João Paulo II. Ele foi arcebispo da Cracóvia antes de sua eleição a Papa em 1978 e passou a maior parte de sua vida ali.

As minas de sal de Wieliczka - um subúrbio de Cracóvia, um verdadeiro labirinto de túneis, saguões abobadados e esplêndidas capelas. Tudo entalhado em sal mais de 100 metros no subterrâneo. Alguns corredores vão mais de 300 metros abaixo da superfície. As minas de Wieliczka foram consideradas pela UNESCO como uma Herança Cultural do Mundo.