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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

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O meu primeiro

Às vezes dou comigo a ir sacar às minhas memórias episódios que à luz dos dias de hoje parecem caricatos. Há quem goste de falar do primeiro amor, eu vou falar do meu primeiro carro.
Estou a ver-me a conduzir um Citroen Dyane que era considerado um carro económico e com a vantagem de se poder abrir manualmente, claro, a capota nos dias de veraneio. Como eu me sentia feliz numa tarde soalheira, na Avenida Brasil, ao volante com a capota aberta!... Este popó tinha um certo charme e quem hoje acredita que algumas vezes para o tirar da garagem tinha de dar à manivela?!... Já estou a ver os mais novos para quem estes casos são histórias, a pensar que devo ser um cota tipo Matusalén. Não trazia rádio de origem pelo que tive de lhe adaptar um que comprei na Rua do Loureiro. Encostos de cabeça também não fazia parte do equipamento do habitáculo, comprei dois que apertavam no encosto dos bancos, na feira de Vandoma. Do seu poder económico e versátil falava o "spot" publicitário da televisão que mostrava o veículo com a capota aberta e a sair do tejadilho, enxadas, forquilhas, engaços, o que demonstrava a simbologia de um país essencialmente agrícola. Um outro “spot” era bem explícito das mais valias deste carro: “Lá vai a D. Maria no seu belo carrinho, levar os meninos à escola……(blá, blá)... mecânico não precisa e gasolina nem falar!...”
Se o Citroen Dyane tinha gabarito já o seu antecessor, o “Pinchas” não lhe ficava atrás na especificidade de automóvel prático e económico, de rabo alçado, não dado a pressas!
 

        Fiquem bem, antonio

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