Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Olhar o Porto pelos alfarrabistas

Era domingo.

O encontro promovido pela C.M.Porto e orientado pelo pivot  Dr. Júlio Couto deu-se na Praça da República.

Foi o princípio da visita aos locais das livrarias dos alfarrabistas que há pela cidade. Debaixo duma chuva constante fomos ali  pela "Rua dos homens casados" onde logo à esquerda se pode admirar um belo edifício sede da Renascença que teve como grande dinamizador Teixeira de Pascoais.  A rua dos homens casados (já estou a ver alguns a esfolhear o roteiro do Porto à procura desta rua)  já foi mais comercial e aí abundavam os alfarrabistas e adeleiros, era uma das saídas da urbe para norte quando esta estava confinada dentro das muralhas Fernandinas (sec. XV a XVIII). Actualmente esta rua não foge à triste signa que é apanágio de todo o miolo histórico da cidade - um pouco tudo às moscas!...

A chuva intensa e pertubadora que me deixou encharcado que nem um pinto rural (os de aviários não apanham chuva) obrigou a desenfiar-me a meio da visita. Ainda tive ânimo para chegar ao jardim do Carregal onde um pobre pato do lago sofreu o estertor das mãos do jovem estudante Júlio Couto, coisas passadas. Mas nem tudo ficou perdido, fiquei a saber que a rua dos homens casados era a Rua dos Mártires da Liberdade e o Doutor Júlio Couto lá saberá o porquê deste baptismo ironizado!... (pois é, liberdade só a do 25 de Abril mas no próprio dia).

 

   Fiquem bem, antonio

4 comentários

Comentar post