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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

47.º aniversário de curso VI

Álbum fotográfico do encontro comemorativo do 47.º aniversário do curso de 1969/71 da Escola do Magistério Primário do Porto, realizado em Cinfães do Douro, em 19 de Maio de 2018. Este álbum reúne fotografias de Ana Maria MatosConstanca AlvesZélia Carminda Neves Sousa e Francisco Sousa Rodrigues. Título da música que acompanha as imagens: MALHÃO DE CINFÃES. Não referi isso no vídeo porque parti do princípio que toda a gente a conhece. As interpretações são de Amália Rodrigues, Os Cavaquinhos d'Alcântara do Porto, Maria Lisboa e Os Cavaquinhos do Marquês.

 

O tempo que passa!...

 

Normalmente passo os fins de semana com alguma calmaria. Mas neste último tive que me dividir, quer no sábado com almoço de curso em Cinfães, no domingo encontro de combatentes em Viseu e ainda tive de sobra na terra a festa anual do senhor dos enfermos, a maior romaria do concelho de Cinfães.

Um grupo de septuagenários reúne-se anualmente, desta vez foi no domingo na cidade de Viseu. Eram jovens na flor da idade quando foram mandados para o interior de Angola defender a pátria, como se dizia. Faziam parte do batalhão de caçadores nº 1910, que de 1967/69 foram despachados para a “província” atrás referida. Quando passaram à peluda e regressaram ao puto, encontram-se normalmente na região centro do país, donde era aliás o grosso do bat.

Agora na madureza da vida recordam as peripécias vividas naqueles dois anos, umas boas, outras assim assim, mas sempre com a boa disposição de ainda cá estarmos. Estórias de batismo de fogo, burros do mato atascados na picada, golpes de mão de madrugada, segurança aos MVL, enfim um desfilar de momentos menos bons.

Como o tempo passa e nós ainda a remar contra a maré, dizia-me um camarada num otimismo salutar. Outros mais abatidos vão acusando os azares da vida, mas vão marcando presença.

Glossário (para quem não andou nestas andanças)

- peluda – passar à disponibilidade

- puto – Portugal Continental visto de Angola

- batismo de fogo – ataque aos militares recém chegados a Angola

- burro do mato – veículo Unimog todo o terreno

- golpes de mão – ataque surpresa a um acampamento inimigo

- MVL – movimento de dezenas de camiões que levavam víveres de Luanda para o interior de Angola, escoltados por militares.

 

Ant.Gonç. (antonio)

47.º aniversário de curso V

Estimados colegas:
Aqui está a passagem de testemunho, da Comissão Organizadora do evento comemorativo do 47.º aniversário de curso, realizado em Cinfães, para a Comissão Organizadora do evento comemorativo do 48.º aniversário de curso, a realizar no 3.º sábado de Maio de 2019, como está redigido em ata, mais concretamente em 18 de Maio de 2019. A Comissão Organizadora é da Apúlia/Esposende e é constituída, para já, pelas nossas colegas Clarminda Cruz e Maria Odete Da Silva.
Que todos tenhamos saúde para nos encontrarmos no 48.º aniversário.

19mai2018

Na onda das telhas

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Na onda das telhas...

 

Que o grão mestre, fundador do cubismo, Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno Maria de los Remedios Cipriano de la Santíssima Trinidad Ruiz y Picasso, perdoe a plagiária.

Numa tentativa de o igualar, deu-lhe na telha, de abusivamente, plagiar uma das suas obras. Certamente, nem vai dar conta do rapto, tantas são as suas maravilhosas obras- primas.

 

Benilde

 

47.º aniversário de curso III

Estimados colegas:
Hoje são 30/04/2018 e acabo de receber o convite para o evento comemorativo do 47.º aniversário do nosso curso.
Parabéns à Comissão Organizadora. Oxalá consigam cumprir o programa pois duas visitas de estudo pela manhã, não sendo uma tarefa impossível, é arrojada. Passarei a conhecer um pouco mais de Cinfães. Os meus agradecimentos à Comissão Organizadora.

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47.º aniversário de curso II

Olá, estimados colegas.
Hoje são 11 de Abril de 2018 e acabo de telefonar ao nosso colega José António Ferreira, visto que o telefone do nosso colega José Manuel Pereira Pinto me mandou, de imediato, para a caixa de correio.
E o que é que o nosso colega José António me disse?
Que amanhã, quinta-feira, 12/04/2018, reunir-se-iam, ele mais o José Manuel Pereira Pinto e o Albérico Camelo, para definir o programa de festas para o encontro comemorativo do 48.º aniversário do nosso curso, a realizar em Cinfães, de acordo com o que está em ata, no dia 19 de Maio de 2018.
Assim sendo, presumo que a Comissão Organizadora deste evento seja constituída por estes três nossos colegas.
Estou certo ou errado na minha presunção?

COMISSÃO ORGANIZADORA 2018

Pela ruralidade - CLXXXVIII(O compasso da m/infância)

Tenho da minha etapa de vida recordações de três pilares a saber: do Natal, da Páscoa e da festa anual do Senhor dos Enfermos que se realiza lá na terra no dia de Pentecostes, diga-se que é, ainda hoje, a maior romaria do concelho de Cinfães.

Como estamos em época de Páscoa, é desta que quero falar do tempo da minha meninice. O “compasso” era, pois, o cume da pirâmide dos festejos. Eram todos meus conhecidos, o senhor padre de sobrepeliz branca e estola, acompanhado por mais quatro, de opas vermelhas, o que levava a cruz, o da caldeirinha de água benta, mais o da saca para o money e ainda outro que carregava uma condessa para receber oferta de ovos, na altura o dinheiro escasseava. Havia ainda um rapaz espigadote que ia mais à frente com a sineta a anunciar que o compasso estava a chegar e a criançada jubilava!... Entretanto uns fogachos estoiravam à chegava a casa de um ou outro torna viagem, e não só. Depois dos desejos de boa páscoa, aleluia, aleluia que o senhor padre transmitia, beijava-se a cruz, não havia como agora um simples lencinho para limpar a saliva que ia ficando de outros. Nas casas mais remediadas oferecia-se pão de ló e vinho (aqui um parêntesis para dizer baixinho que alguns do compasso entornavam a valer, sobretudo quando a canícula apertava). Desses elementos que atrás falei já todos partiram. Recordo-me que o meu pai contribuía com 5 escudos (na altura um jornal diário custava menos de 1 escudo).

A partir dos tempos dos meus pais, lá na terra sempre abri a porta ao compasso, mais por tradição do que por qualquer outro motivo. Este ano como tinha marcado uma saída para o sul, excecionalmente não pude festejar a Páscoa na aldeia.

 

Agora sobre o compasso da atualidade, li no JN de hoje, com imagem, “padre cumpriu o compasso de mota”, acompanhado por muitos motards. Não alinho muito neste folclore, mas isto sou eu que já estou numa fase à beira de ficar descartado.

 

Ant.Gonç. (antonio)