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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Recordar é viver

 

O arco e a gancheta

 

O meu caro amigo António abriu aqui um precedente espetacular: o de relembrar os brinquedos da nossa infância. Muito obrigado, meu caro, pela iniciativa.

Abordas, no teu artigo, o pião com a faniqueira e o rapa. Paralelamente, ou seja brinquedos utilizados por mim na mesma altura da nossa vida, ou seja, a idade do ensino primário, vou buscar o arco com a sua gancheta e a sameira. Isto para relembrar apenas dois porque há mais.

Mas vamos aos poucos e por partes, para fazer render o peixe. O arco, círculo metálico fechado e sem emendas, era empurrado pelo gancho que estava numa das extremidades da gancheta. Pegava-se com uma mão na extremidade oposta. Faziam-se percursos naturais ou previamente assinalados e, sempre que o arco caía era uma tragédia porque era dada a vez a outro, muitas vezes com o mesmo arco. Sameira

A sameira, cápsula de garrafa de refrigerante, era colocada no chão e empurrada para a frente com um dos polegares, normalmente o da mão direita. O objetivo era completar um determinado percurso, natural ou previamente desenhado. Quer um quer outro tinham de ter ratoeiras, poços ou castigos, que poderiam também ser naturais ou desenhados. Um dos percursos naturais mais utilizados eram as pedras de granito que rematam os passeios por onde os peões transitam. Sameira que saísse da guia, voltava ao princípio. Sameira que parasse em cima de risca de união de duas pedras, voltava ao princípio. Falta dizer que as sameiras eram decoradas, não só para as personalizar mas também para as identificar com o jogador. A decoração natural mais utilizada era a casca de banana ou de laranja. No entanto, outras decorações se podiam vislumbrar, bem mais sofisticadas. E, por hoje, por aqui me fico. Ai se as pedras dos passeios da Rua de Anselmo Braancamp, no Porto, falassem, muito iriam contar...

 

 

Álbum fotográfico II

 Nesta terça-feira de Carnaval 2009, decidi navegar pelo blog do nosso curso e parei, demoradamente, neste artigo publicado em 30 de Agosto de 2007. Fiquei emocionado. Confesso-vos que foram dois os motivos que me emocionaram, aqui para nós que ninguém nos ouve e ninguém nos lê: em primeiro lugar, a saudade, claro, destes tempos idos que já não voltam mais e da juventude estampada em todos os rostos. Em segundo lugar, o sentido de dever cumprido, ou seja, sinto-me feliz por tudo aquilo que fiz por este blog e um dos exemplos paradigmáticos é, sem dúvida, este artigo que recuperei para vos recordar as imagens fabulosas e para vos dar aquele abanão necessário que provoque em vós, estimados colegas, aquela vontade de participar e colaborar neste jornal virtual. Saudações emocionadas do Francisco.

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Estas são algumas das fotografias que podemos visionar no álbum de fotos do nosso curso. Basta clicar neste endereço.

http://picasaweb.google.com/rodrigues.franciscosousa

Peço-vos, encarecidamente, que se tiverem outras fotografias que neste álbum não estão expostas, me comuniquem. Basta terem um endereço sapo, clicarem em COMENTAR que se encontra por baixo deste artigo e deixarem a vossa mensagem. Muito obrigado pela vossa colaboração.

Guna - ser ou não ser

- Não, meu caro António. Na minha óptica, tu não foste um «guna involuntário». Tu foste um passageiro que queria pagar bilhete, ou no apeadeiro ou na estação ou dentro da composição e directamente ao revisor, e não conseguiste os teus intentos. A culpa não foi tua. Pelo menos para mim. Agora, quanto a ser guna...Isso era uma filosofia de vida! Ser guna era viajar ao ar livre. Era sentir a adrenalina de poder escorregar a qualquer momento e de saber o que tinha a fazer. Era o sentimento de rebeldia da juventude de se afirmar. Era o sentir o vento a bater na cara e a gelar ainda mais a face que já não ia muito quente, principalmente quando, do lado de dentro, um olhar de reprovação, ou melhor, muitos olhares de reprovação incidiam nos olhos do guna. Era o ter lugar sentado dentro do eléctrico e o viajar sem pagar. Está tudo dito. É aqui que reside a diferença. Saudações bloguistas do Francisco.

Recordar é viver

Em 7 de Outubro de 2007 prometi voltar com novidades. Como o prometido é devido, cá estou eu com uma fotografia gentilmente disponibilizada pela Sra. Professora Maria da Conceição, que está na imagem, por quem nutro muito carinho por ter sido a minha primeira colega directora e a quem agradeço, reconhecidamente, poder recordar este facto simples de vermos um eléctrico transformado em sala de aula. Estávamos em Outubro de 1971 e iniciei a minha actividade profissional numa sala de aulas destas, no bairro do Viso, na cidade do Porto. Saudações calorosas do Francisco.

Recordar é viver.

Minhas caras e meus caros colegas

Agora que estamos a preparar com afinco o nosso próximo encontro anual desta vez a 19 de Maio de 2007, nada melhor do que rever o anterior evento. E para revisitar as 168 fotografias que foram tiradas basta clicar

AQUI

E, quando falo em preparar, refiro-me concretamente à busca que todos estão a fazer nos seus baús de documentos, facturas, fotografias, enfim, memórias dos tempos idos do nosso curso. - E para quê? -  perguntarão vocês. - Para as tornarem públicas, respondo eu, ou seja, para todos termos conhecimento de curiosidades que nos escaparam. E se forem objectos a 3 dimensões, que tal umas quantas fotografias? Depois é só levarem tudo, no dia do nosso encontro. Combinado?

Saudações bloguistas do Francisco.