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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
Pelo JN
O jornal de notícias não poupa as fraquezas dos padres. Há dias em Viana do Castelo parece que houve uns aquecimentos entre um maduro cura e umas fulanas que depois o chantagearam. Segundo o JN regressou agora à paróquia, depois de ter estado ausente uns dias após a bomba ter estalado, e foi aplaudido pelas obras meritórias que tem desenvolvido, passando-se uma esponja por aquilo que alegadamente se terá passado debaixo dos lençois.
Agora também numa das freguesias de Viana, um padre irmão do anterior é acusado de sacar fortunas a fiéis idosos.
A minha conclusão: sexo e dinheiro são também a perdição dos padres!...
(antonio)
De
M ola a 28 de Fevereiro de 2012 às 20:30
Sempre foi assim, desde o tempo da minha trisavó, as pessoas que não tinham descendentes davam as suas fortunas a quem os tratava no final das suas vidas. Só fala assim quem não conhece a obra e o Padre Adão. Os familiares se quiserem herdar os bens dos seus familiares que lhes dêm conforto e carinho no final da vida, ou querem os velhinhos instucionlizados e estão à espera do ovo no ** da galinha. Força Padre Adão a obra fica e de invejosos e interesseiros está o Purgatório CHEIO. Eu acredito que isto é só mais uma pédrinha no seu percurso de Apostolado. Ele também foi martirizado. Mariana
Até posso concordar com o que diz a comentarista, pois penso que está a par do assunto. E até podemos não concordar com o JN que só está a ver uma parte da questão, mas porque é que o sr, padre que parece que está a fazer obra meritória não deu ao JN explicações? O jogo claro é sempre bonito e além do mais seria para uma completa informação sobre o caso em apreço. Assim sujeita-se à praça pública como ainda hoje vem no JN e Correio da Manhã. Quanto à velha questão dos pretensos herdeiros que estão à cuca do passamento do velho rico, já tem barbas, neste mundo materialista interesseiro.
(antonio)
Referindo-me ao primeiro caso, cito Alexandre Herculano:
"Eu, por minha parte, fraco argumentador, só tenho pensado no celibato à luz do sentimento e sob a influência da impressão singular que desde verdes anos fez em mim a ideia da irremediável solidão de alma a que a Igreja condenou os seus ministros, espécie de amputação espiritual, em que para o sacerdote morre a esperança de completar a sua existência na terra."
(antonio)
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