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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

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As minhas cabacinhas

Nos entremês das minhas enxadadas, por vezes dedico-me às pinceladas.

Aqui estão retratados alguns exemplares. As minhas cabacinhas. Não são lindas?!

Pois nada mais simples. Precisais de pincéis, tintas acrílicas, alguma criatividade, paciência e eis que cabaças rudes transformar-se-ão numas meninas todas catitas.

Tentem e verão que é tão fácil...

 


Com as saudações serranas, Benilde.

 

INFORMÁTICA

Informação do marketing do Jornal de NotíciasMeus amigos

Peço-vos que o que vou aqui publicar seja entendido como uma forma de ajudar todos os que me dizem que não percebem nada disto e que não sabem fazer isto ou aquilo. Repito, então, o meu pedido pois não é minha intenção sobrevalorizar os meus conhecimentos ou de qualquer outra forma, insinuar-me mais conhecedor do que todos os meus colegas de curso. Quero que saibam que sou, como vocês, um simples aprendiz destas lides informáticas. Feito este preâmbulo, venho por este meio dar-vos conhecimento de uma iniciativa do Jornal de Notícias que começa no dia 10 de Janeiro de 2010. Basta clicar na fotografia anexa para terdes mais informação sobre o assunto.

Saudações tripeiras do Francisco.

Pela ruralidade - LI (O ambiente maltratado)

Na cimeira de Copenhaga que deu no que deu, sinónimo de nada, andou por lá tudo ao tio ao tio na tentativa de reduzir os gazes para a atmosfera. Quando se dizia que os chineses eram os maiores poluidores estes devolviam a bola para os americanos dizendo que tendo em conta a poluição per capite eram estes os que mais culpas tinham no cartório. Até o Papa, que ninguém ouve, veio a terreiro dizer que o ambiente não deve ser molestado. É imperioso que algo consequente deve ser firmado para as gerações futuras não nos apelidarem de assassinos.


Bem, mas vou descer à terra e dar atenção ao que se passa entre nós nomeadamente no Portugal profundo. E aqui chegado observo o que se passa na terra das minhas raízes e em todo o meio rural. Na minha meninice ia-se à fonte onde a água brotava límpida. Na fonte mineira da imagem de cuja água sou um dos consortes, apesar de não ser pública era utilizada pelas pessoas da terra que moravam perto. Eram por isso as fontes locais de socialização onde até os encontros amorosos eram despoletados. O sr. José Maria meu conterrâneo mais maduro que eu conta-me as peripécias da ida à fonte e com um sorriso malandro lá me vai dizendo que por lá algumas embarradelas aconteceram. Não vou aqui descodificar o sentido destas palavras mas penso que serão facilmente decifráveis.
Actualmente esta fonte e outras que por lá existem ainda, já não são utilizadas, os fontanários vieram substituí-las, nem podiam ser, pois como não havia saneamento público as pessoas foram construindo fossas que perturbam as águas subterrâneas. Agora a rede de saneamento está feita, mas ainda não ligada, poderá contribuir para a melhoria das águas.
 

  Fiquem bem, antonio

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