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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Boas entradas !!!

Viva o 2010 !!!Olh'ó 2010 !!!

 

 

Olá meus amigos!

É chegada a hora de vos desejar umas boas entradas em 2010.

E que o Novo Ano vos traga muita saúde e a realização de todos os vossos projectos pessoais e/ou profissionais.

Saudações natalícias do Francisco.

 

 

...

 

 

A uma   indecisa...

 

 

Há sempre

uma primeira vez

na vida

Há sempre

uma história linda

para contar

E se a vida

Tanto te ensinou

Porquê, não a divulgares?

Pois só o teu egoísmo

Fará enterrar contigo

Tantas maravilhas

Que tens o dever

De perpetuar

 

Saudações Benilde

 

Passeios de Natal de 2009 do Jornal de Notícias IV

Germano Silva a iniciar o 3.º Passeio de Natal JN em 27/12/2009.No domingo, dia 27 de Dezembro de 2009, realizou-se mais um Passeio JN de Natal, desta vez o terceiro e último. Guiados pelo jornalista, historiador e investigador Germano Silva, começámos em frente ao Pavilhão Rosa Mota e seguimos até ao Museu Romântico. Sempre acompanhados pelo Rancho Folclórico do Porto, tivemos o prazer de ouvir aqui a sua primeira intervenção. Em seguida fomos para a Igreja de Massarelos e depois para a Igreja de S. Pedro de Miragaia onde ouvimos de novo o Rancho. Terminámos o passeio na Igreja de S. Francisco, tendo tido o prazer de ouvir novamente o Rancho. Junto ao Palácio da Bolsa tínhamos o autocarro panorâmico que a STCP disponibilizou e que nos trouxe de regresso ao JN. Com fotografias de Isabel Portal, Maurício Branco e Francisco Rodrigues, está disponível o álbum onde elas se encontram alojadas. Basta clicar na fotografia anexa para visualizar o álbum. E se desejarem visualizar as fotografias dos passeios anteriores, basta clicar AQUI. Se quiserem incluir as vossas fotografias neste álbum, terei todo o gosto em assiná-las e em acrescentá-las. Basta enviá-las para [franciscodocovelo@gmail.com]. Saudações tripeiras do Francisco.

Alterações climáticas - II

Neste dia de Natal as notícias televisivas, para não variar, são tristes. Por cá os agricultores do Oeste ficaram em maus lençóis com a destruição das suas culturas, o temporal também provocou um apagão de monta pelo derrube de grandes postes de muito alta tensão. Lá fora no país da bota, uma rapariga não se sabe com que intenções, na Catedral de S. Pedro pôs em apuros o Papa furando a segurança. Parece que os ventos não vão de feição para as hierarquias da Igreja e do Estado pois há uns dias o primeiro ministro também tinha sido maltratado.
As notícias sucedem-se em catadupa e umas abafam as outras. Assim, da cimeira do clima em Copenhaga já nem uma palavra, deu num fiasco como era de prever. Então se as potencias não se entendem quanto às guerras iam agora ceder nesses pontos de diminuição de gases que lançam para a atmosfera! Todos têm boas intenções mas… As alterações climáticas estão aí e até já se diz que Portugal será dos países europeus dos mais afectados.
Surgiu-me a ideia de estar aqui a falar neste assunto porque já há alterações que são do meu conhecimento directo. É o caso duma buganvília que tenho na frente da casa que ainda se mantém florida o que não é habitual nesta época do ano. São sinais que nos vão sendo dados pela natureza a que não podemos ficar indiferentes. Já por aqui me referi que as aves migratórias  como a rola e a cegonha estão também a alterar os seus ciclos.
 

 Fiquem bem, antonio

As pêgas na lenda de Santa Mafalda

 

A nossa Santa Rainha,

Não estava para brincadeiras,

Na vila excomungou as pêgas,

E no Burgo as laranjeiras.

 

A história tem fundamento,

Podem mesmo acreditar,

Quem passa na nossa Vila,

Não ouve uma pêga palrar.

 

 

 

 

No vale de Arouca, não havia, até há pouco tempo, pêgas, devido a um castigo da Rainha Santa Mafalda, segundo diz a lenda.

Soro Bringela era, pela idade, mais avó do que irmã no Real Mosteiro de Arouca e gostava de sentar-se junto da janela da sua cela que dava para a cerca. Para aí puxava a sua “costureira” e o banquinho rasteiro, pois que da janela vinha mais luz. Sempre que lhe permitiam os deveres e as horas canónicas, ali estava ela, pacatamente a costurar, a cismar, a fiar, a rezar e até a dormitar, cabeceando.

Numa tarde morna e tranquila, teve de ausentar-se por momentos, deixando sobre o peitoril da janela os óculos, a tesoura e um dedal de prata. Quando voltou a ocupar-se do seu trabalho deu fé que lhe faltava o dedal. Procurou por toda a parte, mas em parte nenhuma apareceu o seu dedal de prata.

Passados dias soror Mafalda, sentava-se sobre o baixo parapeito da janela da sua ala e, rezando, passava os seus dedos finos e brancos por um rosário de oiro, que lhe havia dado sua avó. Tangeu uma campainha e a Rainha Santa Mafalda acudiu presurosa à chamada, tendo poisado distraidamente o seu terço de oiro, sobre a borda da janela. Cedo se lembrou que o deixara na cela e voltou a esta, para a buscar, mas já não o encontrou.

“Caiu à cerca” pensou e bem Soror Mafalda. Chamou uma das suas servas e disse-lhe “olha vai lá baixo à cerca e debaixo desta janela deve estar o meu terço de oiro”.

A serva foi ao local, tendo reparado que, no céu azul, andavam muitas pêgas a grasnar com muito barulho e em voos desajeitados. A criada ao senti-las ainda resmungou “Bicharoco excomungada”. Procurou debaixo da janela, remexeu o chão, catou as ervas, mas o terço de soror Mafalda não apareceu. “Até parece obra do diabo” comentou arreganada a serva.

Foi uma surpresa e desgosto para todo o Mosteiro o desaparecimento inexplicável do rosário de ouro da Rainha Santa Mafalda. O terço levara o mesmo caminho que o dedal de soror Beringela.

A Rainha Santa Mafalda já estava disposta a fazer uma novena a N.ª S.ª da Silva, da sua grande e singular devoção, quando na portaria do Mosteiro a campainha começou a tocar forte. Apareceu um tal de Faustino da Borrida a entregar, pela roda, à irmã porteira o rosário de oiro de soror Mafalda. O pobre homem explicou que andava a cavar nos campos, olhara para o ar, no momento que passava uma pêga e que são linguareiras e ladras de coisas mal acauteladas. Ele vira que a pêga levava no bico uma coisa dependurada e que reluzia muito. Atirou-lhe com um torrão e gritara e esta amedrontou-se e deixou cair a tal coisa. O pobre homem logo viu que se tratava de um rosário de oiro e pondo-se  apensar concluir que este tinha sido roubado do Mosteiro.

Grande foi a alegria de soror Mafalda ao ver, nas suas finas e brancas mãos o rosário de oiro, de que tanto gostava. Beijou-o, benzeu-se e logo deu graças a Deus, à S.ª da Silva e aos Apóstolos Pedro e Paulo. Aproximou-se da sua janela e deparou com as pêgas que, desajeitadas e barulhentas fugiam em direcção ao arvoredo.

Não se conteve que não dissesse: ladras, suas ladras. Eu vos esconjuro, Saí-me da minha vista para sempre.

E assim aconteceu. Desde então nunca mais as pêgas e excomungadas, ladras e palradeiras, apareceram no vale de Arouca.

 

Retirado do livro Arouca – Comércio, Indústria e Turismo (1987-1988)

 

 

 

Com saudações esperançosas da Rosa

 

Boas Festas

Aniversário do Nascimento de Jesus CristoMeus amigos

 

É chegada a hora de vos desejar, do fundo do coração

 

Um Natal 2009 cheio de saúde, paz e amor

 

Francisco

 

Passeios de Natal de 2009 do Jornal de Notícias III

Germano Silva falando do Natal na Sé do Porto em 20 de Dezembro de 2009.No domingo, dia 20 de Dezembro de 2009, realizou-se mais um Passeio JN. Guiados pelo jornalista/historiador/investigador Germano Silva, começámos por visitar a Capela dos Alfaiates, passando de seguida para a Igreja de Santa Clara. Visitámos a Casa Episcopal e passámos de seguida para o Largo do Colégio, junto à Igreja dos Grilos. Sempre acompanhados pelo Rancho Folclórico do Porto que tivemos o prazer de ouvir, dirigimo-nos para o Palácio da Bolsa onde nos aguardava o autocarro panorâmico cedido pela STCP que nos trouxe de regresso ao edifício do Jornal de Notícias. Foi mais uma jornada de cultura e muito enriquecedora. Muito obrigado a ambos: ao Rancho Folclórico do Porto e a Germano Silva. Para visualizarem o álbum fotográfico deste passeio, basta clicar na foto anexa. Saudações natalícias do Francisco.

Vaidades escusadas

As elites do poder enchem a boca com um dos ganhos do 25 de Abril de 1974, a conquista do poder local democrático.

Não embarco à ceguinha nestas prosápias pois se sabemos que há gente séria, também nos apercebemos dos malabarismos associados ao poder.

Os donos das câmaras municipais gostam de deixar marcas que perpectuem a sua passagem pela cátedra. Assim obras feitas com o dinheiro de todos nós são pomposamente tituladas com os nomes dos senhores presidentes da câmara como  por exemplo os estádios de futebol, estou a recordar-me em Cinfães, estádio Cerveira Pinto, e no Marco Ferreira Torres. Vá lá, vá lá na terra das nossas amigas "Estádio Municipal de Arouca".

Bem, mas tem vindo ultimamente em parangonas notícia da construção em Paredes de um mastro de 100 m para a bandeira nacional na comemoração do centenário da proclamação de república. Vai ser visto da Serra da Freita orgulhosamente dizem os seus autores. Estou mesmo a ver que o passo seguinte da republicana câmara será concorrer para o "guiness". E viva o velho, um milhão de euros para o mastro e arranjos circundantes.

 

  (antonio)

Boas vindas!

Olá Rosa Esperança. Sê bem-vinda! Como vês, o teu nome já está na lista de autores deste blogue. Pronto. Já cá estás. Quero manifestar-te aqui publicamente o meu agradecimento e a minha consideração por teres tido a paciência para aqui entrares. Sim, eu sei, eu sei muito bem que todos temos o tempo muito ocupado. Daí eu te manifestar o meu reconhecimento. A ti e à Benilde pois vós sois, de facto, o melhor exemplo de persistência e de compreensão. Da minha parte, mais não faço do que mostrar e demonstrar que este é um instrumento que podemos utilizar (se o desejarmos) para interagirmos e para nos mantermos em contacto em qualquer sítio que nos encontremos. E às vezes até dá muito jeito pois estamos hospitalizados ou acamados e, nos intervalos da leitura que estivermos a fazer, sempre podemos escrever uma palavrinha. Aceita, assim, os meus parabéns. Saudações tripeiras do Francisco.

Carta ao Pai Natal

 

Pai Natal, como menina conscienciosa que sou, sabendo das tuas dificuldades económicas por causa da crise que também deve ter chegado à tua Lapónia, não te vou exigir neste Natal, um iate, nem uma luxuosa mansão, nem tão pouco um aviãozinho particular. Prometo ser mais comedida nos meus pedidos. É que nada vou pedir para mim, somente para a minha família e os meus amigos.

Pai Natal eu gostaria imenso que tu concedesses ao supremo deste blog uma tantas alminhas para salvar este espaço, ponto de encontro dos alunos do curso 69/71, tendo os seus apelos tido orelhas moucas. Pois isto sem nós não tem graça nenhuma...

Ao António era de muita utilidade oferecer-lhe uma picareta para ele poder dar descanso ao seu Kodac e muita, muita força física e vontade para aliviar o matagal que encobre totalmente o seu velho moinho de estimação.

À nossa poetisa, a Rosita, que tanto colorido tem prestado a este espaço com o seu humor poético, gostaria que a incentivasses a produzir os seus poemas na página principal deste blog. Também seria de muita utilidade presenteá-la com o “Magalhães” para assim eu e ela, nos entramês das actividades agrícolas, iniciarmo-nos neste árduo e difícil trabalho que é manusear este engenho progressista, para o qual não estamos nada vocacionadas, mas que vamos tentar superar as dificuldades.

Também gostaria muito que a nossa pintora do curso, a Pequenú, mostrasse aqui algumas das suas obras que foram expostas no Porto, em que eu não tive oportunidade de estar presente. Em contrapartida, atesto pela minha honra que não mais irei coser as pernas e as mangas do seu pijama. Também foi só uma brincadeirinha sem consequências drásticas, Pai Natal.

Fazendo o balanço do meu comportamento ao longo deste ano, penso que sou merecedora de todos estes meus pedidos, pois de uma maneira geral portei-me muito bem. Só há pouco tempo é que… inventei o jogo do bicho (agora vou falar baixinho porque estamos em maré de escutas). Eu sei que é ilegal e por isso é que o António se pôs ao fresco. Mas só jogamos a botões… a direcção geral das finanças não pode aplicar um imposto sobre botões, ou pode? A vencedora foi a nossa Esperança, mas ela só teve como prémio a glória do triunfo, portanto não lhe pode de forma alguma agravar-lhe o IRS.

Pai Natal, quero pedir-te desculpa por ser a mentora de um jogo ilícito, por ser ambiciosa e por ter contribuído para provocar um ecfonema ao António (é que um bicho é muito diferente de um bicharoco).

E agora que já me sinto redimida de todos os meus pecados, só te quero pedir o meu último desejo. Tu que deslizas nos céus a uma velocidade esfuziante, puxado pelas tuas humildes renas, podias ser portador de uma cartinha para pores nas chaminés das casas dos nossos colegas de curso. Em cada uma delas apenas se poderá ler: Participa neste blog (com as tuas histórias e vivências). É tão simples! Basta clicares.

Para ti, para todos os colegas de curso um santo e feliz Natal com muita saúde e muita paz. Com as saudações natalícias da Benilde. 

 

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