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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

3.º Almoço de Natal

Estimadas e estimados colegas

Restaurante Porto d'Honra

Vamos realizar o 3.º almoço de Natal, como ficou agendado no último, no primeiro sábado do mês de Dezembro de 2017. Venho aqui deixar-vos algumas informações importantes sobre o 3.º Almoço de Natal. Todavia, deixem-me dizer o que já foi feito:
- O evento foi criado no facebook do Magistério, com indicação do dia, do local, do menu e do preço por pessoa: 22 euros.
- Os convites foram enviados para todos os colegas que pertencem a este grupo.
Falta, então, dizer como fazer a inscrição e até quando, não é verdade?

Restaurante Porto d'Honra

 Aqui estão os elementos:

- Só é válida a inscrição efetuada por transferência bancária para a mesma conta do encontro dos 45 anos de curso, ou seja:
NIB - 0035 0310 00007572400 41
IBAN - PT50 0035 0310 00007572400 41
- Depois da transferência efetuada, é necessário deixar passar pelo menos dois dias úteis para enviar uma SMS ou fazer um telefonema para Francisco Rodrigues, a confirmar o nome da ou do colega.
- 19 de Novembro será a data limite para efetuar a inscrição.
Todas as dúvidas poderão ser esclarecidas pelos comentários aqui efetuados ou pelo 919 003 994, Francisco Sousa Rodrigues.
Cumprimentos e até breve.

2.º almoço de Natal

 

Cá pela serra

P_20170923_113944.jpg

Não se apega na indiligente pena para escrevinhar (ausência constatada há vários meses), mas também não se faz cera. Mal desponta o astro- rei estremunhado, a fruticultora ensoissa- se no pequeno viridário para colher todos os dias, uma quantidade generosa de frutos e inicia nova atividade agrícola.

Como podem observar o resort destinado às laníferas, depois de devidamente adaptado, serve agora para arrecadar troncos de madeira de castanheiro. O seu destino não será transformá-los em pequenas achas, com o fim de lhes provocar incandescência. Estes foram bafejados pela sorte- vão dar à luz os tão famigerados cogumelos shiitak.  Mas, para que isso aconteça, há todo um procedimento extremamente moroso.

A primeira etapa é adquirir a madeira  que deve permanecer em local limpo e sombreado. Após alguns dias (30 no máximo), os troncos são furados com um berbequim e, em cada furo, introduz-se o micélio ( semente) sendo de imediato selado com cera de abelha. De seguida, a madeira é colocada em pilhas em local com pouca luz, com controle da temperatura e humidade. Algum tempo depois ei-los a despontar fortes e saudáveis,  prontos para os apreciadores desta espécie se deliciarem.

        A elevada procura desta espécie deve-se às suas inúmeras propriedades medicinais. Contendo uma baixa quantidade de gordura estes cogumelos são ricos em vitaminas do complexo B, minerais, carboidratos...  Entre os mais variados benefícios contribuem para:

Emagrecer

Reduzir o colasterol

Combater o cancro e diabetes

Fortalecer o sistema imonológico

Proteger o sistema cardiovascular…

Ressuscitar os mortos não consta na lista.

 

Cozinhados de várias maneiras e feitios manifestaram sempre apetecíveis às papilas gustativas.

Com todo engenho e arte já os preparei grelhados, salteados, refogados, superando as expectativas dos comedores.

Pela notoriedade positiva apregoada após a sua degustação, foram proclamados” O rei das iguarias”.

Se ainda não experimentaram, estejam à vontade. Colham alguns e preparem a vosso gosto.

 

Com votos de um bom banquete  

Benilde

 

Autárquicas de 2017

À C.N.E. - Comissão Nacional de Eleições

 
Com os meus melhores cumprimentos, venho pelo presente apresentar uma reclamação e uma sugestão.
Dirigi-me com o cartão de eleitor à minha secção de voto. Aguardei a minha vez e, junto à mesa, foi verificado que eu não fazia parte dos cadernos eleitorais. Não havia dúvidas. O meu número de eleitor correspondia àquela secção de voto. Com uma SMS, fui informado que o meu número de eleitor tinha mudado, bem como o local de voto.
Pergunto: 
- Havia necessidade de passar por este constrangimento?
Resposta: Não.
Pergunto:
- Fui informado que ao renovar o cartão de cidadão, o número de eleitor mudaria?
Resposta: Não
Pergunto:
- Algum cidadão português foi informado que ao renovar o cartão de cidadão o número de eleitor mudaria e, eventualmente, a mesa de voto?
Resposta: Não
Pergunto:
- Uma SMS enviada pela Comissão Nacional de Eleições para mim, a informar-me dessa alteração, após efetuar a renovação do cartão de cidadão, resolveria a questão?
Resposta: SIM
Atentamente,
Francisco Rodrigues
 
E foi o que me aconteceu hoje, 1 de Outubro de 2017. Também foi da maneira que tirei da carteira o meu cartão de eleitor pois, fiquei a sabê-lo hoje, tornou-se peça de museu.
Até sempre, amigo.

cartao eleitor.jpg

 

Olhar o Porto - CCXIV( Capelas desaparecidas)

Como o Porto é uma cidade das camélias, vamos começar com uma canção entoada pelo Rancho Folclórico do Porto:

“Ó jardineira,
Porque estás tão triste?
Mas o que foi que te aconteceu?

Foi a camélia que caíu do galho,
Deu dois suspiros
E depois morreu…

……………..”

A visita de hoje à cidade, com o historiador Germano Silva, tinha como prato forte as capelas desaparecidas.
A cidade que até ao século XVIII estava confinada às muralhas fernandinas, sentiu necessidade de se alargar e então também por esse motivo a maior parte das muralhas forram derrubadas, restando apenas um pano junto à ponte Luís I e outro nos limites da Alfandega. Muitas capelas que existiam dentro e fora sofreram com os novos arruamentos urbanísticos que foram traçados.
Na praça dos Poveiros, Batalha, largo 1º de Dezembro, viela da Cadeia, havia capelas. Junto à Sé, em frente à galilé de Nicolau Nazonni havia a capela de S. Roque que sofreu com o terramoto de 1755, foi depois reconstruida na rua do Souto à rua Mousinho da Silveira, também já desaparecida. Salvou-se uma capela que ficava em frente à Sé, nos anos quarenta devido ao arranjo urbanístico que deu origem ao terreiro da Sé, foi mudada para a rua do Sol – capela de Nossa Senhora de Agosto, vulgo capela dos Alfaiates.
O rancho folclórico do Porto é um acompanhante nato destas visitas à cidade, fez atuações alusivas.

 

  Ant.Gonç. (antonio)

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 (Na galilé da Sé, obra de Nicolau Nazoni)

Equinócio de Outono 2017

Em 2017, o Equinócio de Outono, ocorre no dia 22 de Setembro às 20h02 (tempo universal), 21h02 em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, e às 20h02 na Região Autónoma dos Açores. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de Dezembro às 16h28 em Portugal continental.

Equinócio: instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, passa no equador celeste. A palavra de origem latina aequinoctium agrega o nominativo aequus (igual) com o substantivo noctium, genitivo plural de nox (noite). Assim significa “noite igual” (ao dia), pois nestas datas dia e noite têm igual duração, tal é a ideia que permeia a sociedade.

Sobre a duração igual das noites no equinócio, na realidade, não é bem assim… Os equinócios estão definidos como o instante em que o ponto central do sol passa no equador e, por isso, o centro solar nasce no ponto cardeal Este e põe-se exactamente a Oeste, encontrando-se durante 12 horas acima do horizonte matemático em qualquer lugar da Terra nestes dias.

Contudo este facto não resulta numa duração do dia solar de 12 horas, pois a luz directa no chão surge quando o bordo superior do sol nasce, tal como desaparece no ocaso, e o sol tem um diâmetro aparente de 32′ (minutos de arco). Além disso há refracção atmosférica: quando o bordo superior está no horizonte o centro do sol encontra-se ≈50′ abaixo do horizonte, mais do que o seu diâmetro.

Com estas condições físicas e devido ao movimento da translação terrestre, apenas no dia 26 de Setembro de 2017 haverá ≈12,014 horas com luz solar directa no solo. Nesse dia o disco solar nasce às 7h 28min e põe-se às 19h 27min em Lisboa, com apenas 51 segundos de desvio às 12h certas.

Fonte: http://oal.ul.pt/equinocio-de-outono-2017/

equinocio-de-outono.jpg

 

Igualdade de género

E.M.P.P.- Porta dos rapazes

Corre uma grande polémica com dois livros editados pela Porto Editora, mais concretamente, dois Blocos de Atividades para meninas e para rapazes. Todos nós temos assistido a críticas sobre a dita igualdade de género que não é, ou que pelo menos não foi, respeitada, segundo elas, pela editora. Todos nós temos assistido a opiniões que refletem perplexidade perante as críticas referidas anteriormente, não encontrando, portanto, motivo para tanta gritaria. Tudo isto para vos dizer o quê? Para vos lembrar o que se passou na Escola do Magistério Primário do Porto com os alunos do curso de 1969/71, a que tanto nos orgulhamos de pertencer. Certamente todos estarão lembrados que, feito o exame de admissão e começado o ano letivo de 69/70, todos os que naquele estabelecimento entraram, aceitaram as regras que o estabelecimento impunha. E, entre elas, destaco a regra das portas de entrada e saída. Todos se recordarão que nos foi dito que aquela era a porta para a entrada dos rapazes (ou teriam dito dos homens? já não me lembro), aquela era para a entrada das meninas (ou terão dito das raparigas? ou terão dito das senhoras?também já não me lembro) e a do meio era para ser usada pelos professores. Muito bem. Como alunos bem educados, como meninas e meninos obedientes, lá aceitamos aquelas regras. Que remédio. Era assim, assim seria. O que é que aconteceu posteriormente? Todos se lembram que os alunos conseguiram convencer os docentes e a direção de que aquela regra não estava bem. Que tal não fazia sentido. Não sei se a meio do primeiro ano, se no final do mesmo. O que sei é que, calma e pacificamente, todos passaram a entrar e a sair por qualquer uma das portas de alunos. E mais, respeitando a tal porta de entrada de professores. A nossa educação e respeito mantinham-se. Todavia, o que foi que fizemos? Já saberíamos nós o que era a tal igualdade de género?

Estávamos mesmo muito avançados para a época...

Participação de falecimento

A nossa colega Maria Fernanda Monteiro Sousa Moreira Ramos partiu na segunda-feira, 21 de Agosto de 2017. À família, os seus colegas do curso de 1969/71 da Escola do Magistério Primário do Porto, apresentam as mais sentidas condolências.

Que Deus dê eterno descanso à sua alma.

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