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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Pela ruralidade - CLXXXVII(Os incêndios)

No ultimo fim de semana quando vinha da terra das minhas raízes fiz um pequeno desvio por Castelo de Paiva para ver com os meus próprios olhos a desgraça que também assolou este concelho.
Quando cheguei a casa telefonei a um amigalhaço de longa data, residente em Gaia, é natural da freguesia da Raiva do concelho acima referido, que foi muito martirizada com a queda da ponte de Entre-os-rios.
- Então meu caro, que me dizes do que aconteceu lá pelos teus lados?
Palavra puxa palavra, a atirar culpas a torto e a direito e … diz-me ele a certa altura, a culpa também é dos tractores… Como assim? E aqui desenvolveu o seu raciocínio, dizendo que estas máquinas vieram substituir os bois, vacas eram em maioria, auxiliares dos trabalhos agrícolas, estavam nas cortes para onde se destinavam os matos das tapadas, cortados pelos mateiros como também muito fala Aquilino Ribeiro nos seus livros. Mas há mais culpados, dizia-me ele, o gaz que também veio substituir toda a lenha (caruma, galhos, pinhas etc) que havia nos montes e que era utilizada nas cozinhas.
A ajudar a toda a alteração dos usos e costumes, também a desertificação e envelhecimento do meio rural, onde faltam os mais jovens. Para agravar tudo isto a desordenação da floresta de que muito se fala, mas não sei se os governantes têm estofo para a alterar!… E o pinhal de Leiria que estava bem ordenado, mas faltava a limpeza a que as autoridades não ligaram apesar dos avisos feitos não por um cidadão qualquer, 80% foram-se!… Anos e anos de braços caídos dos vários governos, agora é tarde demais, só alguns paliativos irão surgir, é o que me assaz dizer.

 

  Ant. Gonç. (antonio)

3.º Almoço de Natal II

Uma boa notícia, caros colegas:
- A capacidade de estacionamento de viaturas do Restaurante Porto d'Honra aumentou consideravelmente. Na verdade, no exterior, a Câmara Municipal do Porto melhorou as condições de estacionamento exterior e criou até um parque exclusivo para uso dos utentes do C.C.D.T.C.M.P., onde funciona o restaurante Porto d'Honra.
Por isso, se no interior já não houver lugares disponíveis, não faltarão no exterior.

Abraços a todos e até breve.

3.º Almoço de Natal

Estimadas e estimados colegas

Restaurante Porto d'Honra

Vamos realizar o 3.º almoço de Natal, como ficou agendado no último, no primeiro sábado do mês de Dezembro de 2017. Venho aqui deixar-vos algumas informações importantes sobre o 3.º Almoço de Natal. Todavia, deixem-me dizer o que já foi feito:
- O evento foi criado no facebook do Magistério, com indicação do dia, do local, do menu e do preço por pessoa: 22 euros.
- Os convites foram enviados para todos os colegas que pertencem a este grupo.
Falta, então, dizer como fazer a inscrição e até quando, não é verdade?

Restaurante Porto d'Honra

 Aqui estão os elementos:

- Só é válida a inscrição efetuada por transferência bancária para a mesma conta do encontro dos 45 anos de curso, ou seja:
NIB - 0035 0310 00007572400 41
IBAN - PT50 0035 0310 00007572400 41
- Depois da transferência efetuada, é necessário deixar passar pelo menos dois dias úteis para enviar uma SMS ou fazer um telefonema para Francisco Rodrigues, a confirmar o nome da ou do colega.
- 19 de Novembro será a data limite para efetuar a inscrição.
Todas as dúvidas poderão ser esclarecidas pelos comentários aqui efetuados ou pelo 919 003 994, Francisco Sousa Rodrigues.
Cumprimentos e até breve.

2.º almoço de Natal

 

Cá pela serra

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Não se apega na indiligente pena para escrevinhar (ausência constatada há vários meses), mas também não se faz cera. Mal desponta o astro- rei estremunhado, a fruticultora ensoissa- se no pequeno viridário para colher todos os dias, uma quantidade generosa de frutos e inicia nova atividade agrícola.

Como podem observar o resort destinado às laníferas, depois de devidamente adaptado, serve agora para arrecadar troncos de madeira de castanheiro. O seu destino não será transformá-los em pequenas achas, com o fim de lhes provocar incandescência. Estes foram bafejados pela sorte- vão dar à luz os tão famigerados cogumelos shiitak.  Mas, para que isso aconteça, há todo um procedimento extremamente moroso.

A primeira etapa é adquirir a madeira  que deve permanecer em local limpo e sombreado. Após alguns dias (30 no máximo), os troncos são furados com um berbequim e, em cada furo, introduz-se o micélio ( semente) sendo de imediato selado com cera de abelha. De seguida, a madeira é colocada em pilhas em local com pouca luz, com controle da temperatura e humidade. Algum tempo depois ei-los a despontar fortes e saudáveis,  prontos para os apreciadores desta espécie se deliciarem.

        A elevada procura desta espécie deve-se às suas inúmeras propriedades medicinais. Contendo uma baixa quantidade de gordura estes cogumelos são ricos em vitaminas do complexo B, minerais, carboidratos...  Entre os mais variados benefícios contribuem para:

Emagrecer

Reduzir o colasterol

Combater o cancro e diabetes

Fortalecer o sistema imonológico

Proteger o sistema cardiovascular…

Ressuscitar os mortos não consta na lista.

 

Cozinhados de várias maneiras e feitios manifestaram sempre apetecíveis às papilas gustativas.

Com todo engenho e arte já os preparei grelhados, salteados, refogados, superando as expectativas dos comedores.

Pela notoriedade positiva apregoada após a sua degustação, foram proclamados” O rei das iguarias”.

Se ainda não experimentaram, estejam à vontade. Colham alguns e preparem a vosso gosto.

 

Com votos de um bom banquete  

Benilde

 

Autárquicas de 2017

À C.N.E. - Comissão Nacional de Eleições

 
Com os meus melhores cumprimentos, venho pelo presente apresentar uma reclamação e uma sugestão.
Dirigi-me com o cartão de eleitor à minha secção de voto. Aguardei a minha vez e, junto à mesa, foi verificado que eu não fazia parte dos cadernos eleitorais. Não havia dúvidas. O meu número de eleitor correspondia àquela secção de voto. Com uma SMS, fui informado que o meu número de eleitor tinha mudado, bem como o local de voto.
Pergunto: 
- Havia necessidade de passar por este constrangimento?
Resposta: Não.
Pergunto:
- Fui informado que ao renovar o cartão de cidadão, o número de eleitor mudaria?
Resposta: Não
Pergunto:
- Algum cidadão português foi informado que ao renovar o cartão de cidadão o número de eleitor mudaria e, eventualmente, a mesa de voto?
Resposta: Não
Pergunto:
- Uma SMS enviada pela Comissão Nacional de Eleições para mim, a informar-me dessa alteração, após efetuar a renovação do cartão de cidadão, resolveria a questão?
Resposta: SIM
Atentamente,
Francisco Rodrigues
 
E foi o que me aconteceu hoje, 1 de Outubro de 2017. Também foi da maneira que tirei da carteira o meu cartão de eleitor pois, fiquei a sabê-lo hoje, tornou-se peça de museu.
Até sempre, amigo.

cartao eleitor.jpg

 

Olhar o Porto - CCXIV( Capelas desaparecidas)

Como o Porto é uma cidade das camélias, vamos começar com uma canção entoada pelo Rancho Folclórico do Porto:

“Ó jardineira,
Porque estás tão triste?
Mas o que foi que te aconteceu?

Foi a camélia que caíu do galho,
Deu dois suspiros
E depois morreu…

……………..”

A visita de hoje à cidade, com o historiador Germano Silva, tinha como prato forte as capelas desaparecidas.
A cidade que até ao século XVIII estava confinada às muralhas fernandinas, sentiu necessidade de se alargar e então também por esse motivo a maior parte das muralhas forram derrubadas, restando apenas um pano junto à ponte Luís I e outro nos limites da Alfandega. Muitas capelas que existiam dentro e fora sofreram com os novos arruamentos urbanísticos que foram traçados.
Na praça dos Poveiros, Batalha, largo 1º de Dezembro, viela da Cadeia, havia capelas. Junto à Sé, em frente à galilé de Nicolau Nazonni havia a capela de S. Roque que sofreu com o terramoto de 1755, foi depois reconstruida na rua do Souto à rua Mousinho da Silveira, também já desaparecida. Salvou-se uma capela que ficava em frente à Sé, nos anos quarenta devido ao arranjo urbanístico que deu origem ao terreiro da Sé, foi mudada para a rua do Sol – capela de Nossa Senhora de Agosto, vulgo capela dos Alfaiates.
O rancho folclórico do Porto é um acompanhante nato destas visitas à cidade, fez atuações alusivas.

 

  Ant.Gonç. (antonio)

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 (Na galilé da Sé, obra de Nicolau Nazoni)

Equinócio de Outono 2017

Em 2017, o Equinócio de Outono, ocorre no dia 22 de Setembro às 20h02 (tempo universal), 21h02 em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, e às 20h02 na Região Autónoma dos Açores. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de Dezembro às 16h28 em Portugal continental.

Equinócio: instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, passa no equador celeste. A palavra de origem latina aequinoctium agrega o nominativo aequus (igual) com o substantivo noctium, genitivo plural de nox (noite). Assim significa “noite igual” (ao dia), pois nestas datas dia e noite têm igual duração, tal é a ideia que permeia a sociedade.

Sobre a duração igual das noites no equinócio, na realidade, não é bem assim… Os equinócios estão definidos como o instante em que o ponto central do sol passa no equador e, por isso, o centro solar nasce no ponto cardeal Este e põe-se exactamente a Oeste, encontrando-se durante 12 horas acima do horizonte matemático em qualquer lugar da Terra nestes dias.

Contudo este facto não resulta numa duração do dia solar de 12 horas, pois a luz directa no chão surge quando o bordo superior do sol nasce, tal como desaparece no ocaso, e o sol tem um diâmetro aparente de 32′ (minutos de arco). Além disso há refracção atmosférica: quando o bordo superior está no horizonte o centro do sol encontra-se ≈50′ abaixo do horizonte, mais do que o seu diâmetro.

Com estas condições físicas e devido ao movimento da translação terrestre, apenas no dia 26 de Setembro de 2017 haverá ≈12,014 horas com luz solar directa no solo. Nesse dia o disco solar nasce às 7h 28min e põe-se às 19h 27min em Lisboa, com apenas 51 segundos de desvio às 12h certas.

Fonte: http://oal.ul.pt/equinocio-de-outono-2017/

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Igualdade de género

E.M.P.P.- Porta dos rapazes

Corre uma grande polémica com dois livros editados pela Porto Editora, mais concretamente, dois Blocos de Atividades para meninas e para rapazes. Todos nós temos assistido a críticas sobre a dita igualdade de género que não é, ou que pelo menos não foi, respeitada, segundo elas, pela editora. Todos nós temos assistido a opiniões que refletem perplexidade perante as críticas referidas anteriormente, não encontrando, portanto, motivo para tanta gritaria. Tudo isto para vos dizer o quê? Para vos lembrar o que se passou na Escola do Magistério Primário do Porto com os alunos do curso de 1969/71, a que tanto nos orgulhamos de pertencer. Certamente todos estarão lembrados que, feito o exame de admissão e começado o ano letivo de 69/70, todos os que naquele estabelecimento entraram, aceitaram as regras que o estabelecimento impunha. E, entre elas, destaco a regra das portas de entrada e saída. Todos se recordarão que nos foi dito que aquela era a porta para a entrada dos rapazes (ou teriam dito dos homens? já não me lembro), aquela era para a entrada das meninas (ou terão dito das raparigas? ou terão dito das senhoras?também já não me lembro) e a do meio era para ser usada pelos professores. Muito bem. Como alunos bem educados, como meninas e meninos obedientes, lá aceitamos aquelas regras. Que remédio. Era assim, assim seria. O que é que aconteceu posteriormente? Todos se lembram que os alunos conseguiram convencer os docentes e a direção de que aquela regra não estava bem. Que tal não fazia sentido. Não sei se a meio do primeiro ano, se no final do mesmo. O que sei é que, calma e pacificamente, todos passaram a entrar e a sair por qualquer uma das portas de alunos. E mais, respeitando a tal porta de entrada de professores. A nossa educação e respeito mantinham-se. Todavia, o que foi que fizemos? Já saberíamos nós o que era a tal igualdade de género?

Estávamos mesmo muito avançados para a época...

Participação de falecimento

A nossa colega Maria Fernanda Monteiro Sousa Moreira Ramos partiu na segunda-feira, 21 de Agosto de 2017. À família, os seus colegas do curso de 1969/71 da Escola do Magistério Primário do Porto, apresentam as mais sentidas condolências.

Que Deus dê eterno descanso à sua alma.

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