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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Olhar o Porto - CCXIII(Pelo S.João)

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Uma visita sanjoanina pelo Porto

Numa altura em que os cheiros do S. João andam no ar, mais uma esticadela às pernas e não só, por locais onde esta festividade tem mais sentido.
O veterano historiador Germano Silva, que conhece a cidade a palmo, guiou-nos por locais onde o S. João é festejado como sempre foi, Bonfim, Lomba, praça da Alegria, rua de S. Vítor, Fontainhas e o tão característico Bairro Herculano, (tão recordado pelo caro Branco), que apesar de ficar no centro da cidade, entre a rua de Alexandre Herculano e rua das Fontainhas, é pouco conhecido de muitos portuenses. Por esses locais cascatas elaboradas por associações de moradores são dignas de visita.
Como já vai sendo habitual o Rancho folclórico do Porto, que acompanha sempre estas visitas à cidade, efectuou várias interpretações alusivas a esta data simbólica para a cidade.

 

 Na imagem, uma das ruas do bairro Herculano.

 

   Ant.Gonç.(antonio)

BOLO DE S. JOÃO

Assim escreveu o Professor Hélder Pacheco sobre o Bolo de S. João, em Junho de 2007

 

BOLO DE SÃO JOÃO

 

Os comeres regionais, as tradições gastronómicas locais afirmam uma identidade e constituem factores significativos das diversidades culturais que representam o património do país. Nesta perspectiva, as comidas cíclicas assumem particular significado quanto aos usos e costumes das localidades ou regiões.

Nos acontecimentos que integram as tradições portuenses, têm especial importância as Festas de S. João. Não sendo padroeiro da cidade, o Santo Percursor deu origem ao período mais animado e intensamente vivido pela população, na sua dimensão festeira familiar, convivial, comunitária e, sobretudo, participativa. E, como em todas as épocas especiais, a comida está presente, através do carneiro, cabrito ou anho assados com batatas, na noite ou no almoço de 24 de Junho, ou do pão quente com manteiga e café com leite, na madrugada do mesmo dia. Faltava, porém, um doce (como nas demais festividades cíclicas) próprio da quadra.

Talvez por isso, os pasteleiros do burgo inventaram – ao que, para já, sabemos – pelos anos trinta ou quarenta do século XX, uma receita adaptada à época, que designaram por “Bolo de S. João”. Seria largamente anunciado (designadamente na imprensa) e vendido nas principais pastelarias portuenses ao longo daquelas décadas como “especialidade”.

Inexplicavelmente, a partir dos meados do século, aquilo que parecia uma tradição a entranhar-se no ciclo da festa – salvo em algumas casas que a mantiveram residualmente -, caiu no esquecimento e desapareceu dos hábitos da cidade.

No momento em que a requalificação e o próprio renascimento urbano do Porto estão na ordem do dia, parece evidente que elas passam também pelo revigorar da tradição, a animação do comércio e o desenvolvimento de práticas culturais que dinamizem a vida portuense. Conscientes da importância da Festa Sanjoaneira e suas manifestações para a valorização e defesa da identidade tripeira, a UNIHSNOR – Núcleo Pastelarias com o apoio do Exm.º Sr. Professor Hélder Pacheco, organizaram e dinamizaram um grupo de pastelarias da cidade para promover junto do público o relançamento do Bolo de S. João, como especialidade da época.

O objectivo desta iniciativa é incentivar o progresso de costumes, hábitos e actividades que, para lá dos aspectos sociais e culturais, contribuam para o crescimento do comércio portuense, esteio e motor da vida da urbe. Por que não comemorar a Noite no convívio da família e dos amigos, com umas fatias deste bolo e saboreando o néctar sublime chamado Vinho do Porto? Por que não servi-lo à mesa do almoço do dia de S. João? Por que não degustá-lo juntando-lhe sorvete, doce de ovos, chocolate, o que melhor lhe aprouver e souber? Um bolo pelo S. João? Reinventar uma tradição? Um gosto pelo Porto? Porque não?

Bolo de S. João

 

Aniversário de curso

Estimados colegas
Estou a lembrar-me dos colegas que não puderam estar presentes no evento comemorativo do 46.º aniversário do nosso curso. E, portanto, não sabem que o evento comemorativo do 47.º aniversário será em Cinfães, no penúltimo sábado do mês de maio de 2018. Por via disso, lembrei-me de publicitarmos de todas as formas possíveis e impossíveis, esta decisão que tomámos no passado dia 27/05/2017. Ajudam-me a passar a palavra? Muito obrigado e que Deus vos pague.

Magistério 1969/71

 

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 Foi com muita surpresa minha que, recentemente, encontrei esta curiosa antiguidade na cave da casa de uma tia. 

De entre as várias velharias indagadas esta mereceu uma  minuciosa observação, a fim de  descortinar a sua utilidade.

Como podem observar é uma caixa em latão com orifícios artisticamente recortados, nas faces laterais e tampa. Curiosamente, esta tem uma guarnição em madeira.

Uma pega serve para a transportar o engenho de um sítio para o outro, com a máxima segurança. No seu interior vê-se um recipiente oval, também em latão.

 Este  objecto, certamente, foi engendrado, com grande mestria, por um sábio engenhoqueiro. De  alta tecnologia, em tempos que já lá vão, era de grande utilidade.

Pergunto eu:

-Que serventia teria esta engenhosa antiqualha?

 

Aguardo resposta,

Benilde

 

 

 

 

Quarenta e seis anos!...

Quarenta e seis anos!...
O tempo corre com uma velocidade estonteante, ou somos nós que achamos que ele nos está a fugir?!...
A aurora mal aponta e o ocaso chega num ápice. A Primavera aparece, deixa-nos esperançosos com a natureza a desabrochar, mas chega o fugaz Verão e logo a seguir o sorumbático Outono que nos arrefece, daí a nada o Inverno cadavérico que nos deixa encolhidos irmanados na tristeza da natureza.
Quarenta e seis anos é muito ano, pois é!...
Recuando todos estes anos, qual foi o meu espanto ao ler no Jornal de Notícias, em 1971, que determinado curso de professores do ensino primário, como se dizia na altura, acabava de comemorar os vinte e cinco anos da saída da Escola do Magistério Primário do Porto!... Na altura fiquei perplexo, achava muita longevidade.
Enfim, comemoramos agora os quarenta e seis anos!...

 

Ant.Gonç. (antonio)

46.º aniversário de curso VI

No dia 27 de Maio de 2017, a Comissão Organizadora de Penafiel, constituída pelos colegas Adelaide Dia, Maria Luísa e António Bessa, realizou o encontro comemorativo do 46.º aniversário do curso de 1969/71 da Escola do Magistério Primário do Porto. A concentração foi ao Espaço Cidadão, junto às Termas de S. Vicente. O historiador, Dr. Coelho Ferreira, fez uma breve abordagem ao nascimento e crescimento do Hotel das Termas, do qual foi cliente, entre outros, António Nobre. Seguiu-se uma viagem de autocarro pela Rota do Românico. Iniciámos com a visita guiada à Igreja de S. Miguel, exemplar característico da transição entre o Românico e o Gótico. Na Epístola de Judas, Miguel é citado especificamente como "arcanjo". Os santuários cristãos em honra a Miguel começaram a aparecer no século IV, quando ele era percebido como um anjo de cura, e, com o tempo, como protetor e líder do exército de Deus contra as forças do mal. Paragem para café na Marina de Entre-os-Rios, com o historiador a chamar a atenção para as placas comemorativas das cheias do rio Douro que estão afixadas nas paredes das casas do largo. “O rio Douro era mau, antes da construção das barragens do Torrão e do Carrapatelo”. Existe no largo um cruzeiro junto ao qual se comemoram as Festas das Endoenças. Seguiu-se a visita à Igreja do Salvador de Cabeça Santa. Este é o exemplo demonstrativo de que os templo românicos não tinham torre sineira, visto a deste templo ter sido construída, posteriormente, em frente e não encostada. Seguiu-se o repasto, na Quinta da Casa do Pinheiro. Houve a intervenção do Rancho Folclórico de Boelhe. Duas decisões importantes foram tomadas pelos presentes: a da Comissão Organizadora do próximo evento, tendo sido aceite pelos colegas de Cinfães e a da marcação do evento comemorativo do 47.º aniversário para o penúltimo fim de semana do mês de Maio de 2018. O evento foi encerrado com a degustação do bolo de aniversário, cantando os parabéns ao som do Rancho Folclórico de Boelhe.

46.º aniversário de curso V

No dia 27 de Maio de 2017, a Comissão Organizadora de Penafiel, constituída pelos colegas Adelaide Dia, Maria Luísa e António Bessa, realizou o encontro comemorativo do 46.º aniversário do curso de 1969/71 da Escola do Magistério Primário do Porto. A concentração foi ao Espaço Cidadão, junto às Termas de S. Vicente. O historiador, Dr. Coelho Ferreira, fez uma breve abordagem ao nascimento e crescimento do Hotel das Termas, do qual foi cliente, entre outros, António Nobre. Seguiu-se uma viagem de autocarro pela Rota do Românico. Iniciámos com a visita guiada à Igreja de S. Miguel, exemplar característico da transição entre o Românico e o Gótico. Na Epístola de Judas, Miguel é citado especificamente como "arcanjo". Os santuários cristãos em honra a Miguel começaram a aparecer no século IV, quando ele era percebido como um anjo de cura, e, com o tempo, como protetor e líder do exército de Deus contra as forças do mal. Paragem para café na Marina de Entre-os-Rios, com o historiador a chamar a atenção para as placas comemorativas das cheias do rio Douro que estão afixadas nas paredes das casas do largo. “O rio Douro era mau, antes da construção das barragens do Torrão e do Carrapatelo”. Existe no largo um cruzeiro junto ao qual se comemoram as Festas das Endoenças. Seguiu-se a visita à Igreja do Salvador de Cabeça Santa. Este é o exemplo demonstrativo de que os templo românicos não tinham torre sineira, visto a deste templo ter sido construída, posteriormente, em frente e não encostada. Seguiu-se o repasto, na Quinta da Casa do Pinheiro. Houve a intervenção do Rancho Folclórico de Boelhe. Duas decisões importantes foram tomadas pelos presentes: a da Comissão Organizadora do próximo evento, tendo sido aceite pelos colegas de Cinfães e a da marcação do evento comemorativo do 47.º aniversário para o penúltimo fim de semana do mês de Maio de 2018. O evento foi encerrado com a degustação do bolo de aniversário, cantando os parabéns ao som do Rancho Folclórico de Boelhe.

Olhar o Porto - CCXII(O Porto do liberalismo)

O Porto do liberalismo

Quem é que não conhece a praça da Liberdade?!…
Quem é que não conhece a estátua equestre de D. Pedro IV?!…
Quem é não teve ainda o cuidado de ler nas laterais do pedestal os nomes dos mártires da liberdade, figuras de proa da cidade que nesse local foram mortos e decapitados pelo governo absolutista de D. Miguel!…
Bem, hoje Germano Silva o historiador que sabe tudo sobre o Porto, abordou as várias facetas das lutas liberais comandadas por D. PedroIV, que se opuseram ao absolutista D. Miguel. Como é seu timbre, sempre com umas buchas humorísticas que fazem o gáudio dos seus seguidores. Numa manhã soalheira é sempre também uma oportunidade para dar à perna pela cidade seguindo o veterano orientador com as suas capacidades físicas e mentais no seu melhor.

Na imagem, faladura no jardim João Chagas, vulgo Cordoaria. Ao fundo no pedestal havia um busto de António Nobre, mas como era de liga de bronze, foi-se, rapinado como tem acontecido noutros monumentos da cidade.

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Ant.Gonç. (antonio)