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Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Magistério6971

Os autores deste jornal virtual apresentam a todos os visitantes os seus mais cordiais cumprimentos. Será bem-vindo quem vier por bem.

Olhar o Porto -CCVIII(pelos arrabaldes no sec XVII)

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Neste domingo do fim de Setembro, com um sol radioso, andei pelos arrabaldes do Porto.

Como assim, interrogam-se os que eventualmente passem por aqui os olhos.

Vou então situar-me no século XVII e andar pelas imediações da capela românica, que ficava longe da cidade, pertenceu à colegiada de Cedofeita.

O historiador Germano Silva falou demoradamente da importância desta colegiada, detentora de enormes áreas de cultivo. Mais tarde deram origem a muitas quintas no liberalismo que foram sendo retalhadas pelas muitas ruas que hoje conhecemos. Casas senhoriais detentoras de muitas fábricas na época industrial no século XIX, foram escalpelizadas por Germano Silva, que além de ter o saber tem o dom da comunicação.

 

  Ant.Gonç.(antonio)

EQUINÓCIO DE OUTONO

EQUINÓCIO DE OUTONO

Hoje, dia 22 de Setembro de 2016, poderá haver outras efemérides para comemorar mas esta, pelo menos, penso que é digna de ficar registada.

Saudações tripeiras do Francisco.

 

ESTAÇÕES DO ANO

DIA DO DOENTE COM ALZHEIMER

Dia do doente com Alzheimer

O doente com Alzheimer tem hoje o seu dia. É, assim, lembrado todo aquele que está afetado por esta doença. O mínimo que eu posso fazer neste espaço é escrever estas letras e lembrar-me do sofrimento dos que estão afetados. E para me ajudar a compreender a doença, fui buscar informação a estes dois sítios.

Saudações tripeiras do Francisco.

MÉDICOS DE PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA

Olhar o Porto - CCVII(150 anos dos jardins do palácio de Cristal)

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 A Câmara Municipal do Porto para comemorar esta data realizou várias iniciativas nomeadamente a de hoje com Germano Silva. O historiador esgrimiu sobre aquele espaço que ainda no século XIX era um descampado, onde apenas havia uma torre da Marca que servia de orientação para os barcos que entravam do Douro. A capela de Carlos Alberto que fica junto à chamada avenida das tílias é anterior à construção do palácio.
O Palácio de Cristal, o que foi demolido, belo exemplar de ferro e vidro, construído na segunda metade do século XIX, foi obra do liberalismo. Foi substituído pelo actual que já se chamou pavilhão dos Desportos, agora é Rosa Mota. Situa-se na freguesia de Massarelos, os seus jardins com frondosas espécies arbóreas, espaço de rara beleza, foram projectados pelo paisagista alemão Émile David.
Uma visita a outros pontos desta freguesia onde fica o palácio, nomeadamente Largo do Viriato, Rua da Bandeirinha onde fica o palácio das Sereias (ver imagem)  com vista privilegiada sobre o Douro, obra dos Portocarrero; Descemos a Massarelos, onde proliferavam as fundições, com ligação muito estreita às actividades marítimas. O historiador que sabe destas coisas ao pormenor vai sempre metendo umas buchas humorísticas para gaudio dos seguidores.

 

    Ant.Gonç.(antonio)

45.º aniversário de curso XIII

Em 18 de junho de 2016, os alunos do curso de 1969/71 da Escola do Magistério Primário do Porto reuniram-se neste estabelecimento, atual Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto, para comemorar 45 anos de curso.
Estas são as fotografias que estão no dvd que o Sr. Luís Alves produziu.
Estou a publicá-las lembrando-me dos colegas que não puderam estar presentes pelos mais variados motivos.
É favor passarem palavra para que a missão seja cumprida.

 

Pela ruralidade - CLXXXII(A saga dos incêndios também em Fornelos CNF)

Os meios de comunicação social, nomeadamente os televisivos, fartaram-se de trazer à ribalta comentadores propondo soluções para que o território não seja ciclicamente afectado por incêndios. Planeamento e gestão da floresta vinha à tona por um lado, por outro os lóbis dos meios aéreos eram escalpelizados com paninhos de renda. E neste último caso foi a pressão de vários sectores que se interrogavam sobre a não participação da força aérea, que já veio o primeiro ministro dizer que o assunto vai ser pensado seriamente.
Quem conhece o meio rural sabe que o ciclo dos incêndios não vai acabar, e porquê? A desertificação do interior bem como outros métodos de cultivo da terra, pois o corte dos matos já não se faz. Tenho de memória quando na aldeia alguém comprava uma tapada, o meu pai perguntava: é boa para mato? É que o mato era essencial para as cortes dos animais, que também já não abundam.
Tenho duas pequenas belgas de monte longe do povoado onde o meu pai ia buscar mato e onde também havia alguns pinheiros e carvalhos, que já não existem devido a incêndios sucessivos. Há cerca de um ano tentei ir lá ver como estavam. Meti pés pelo caminho antigo, que no meu tempo de rapaz estava cotiado, andei umas centenas de metros já com alguma dificuldade, depois vi que estava intransitável, assoberbado com silvas, giestas, codessos, zangarinheiros, mato e outros arbustos. (Tudo isso deve neste momento estar reduzido a cinzas pelo grande incêndio que lavrou na freguesia há poucos dias. No ano passado noutro local também não ficou pedra sobre pedra, leia-se árvore em pé. Como ficou pobre e triste a freguesia de Fornelos!...) Mas continuando, à primeira belga com custo ainda cheguei, mas à outra que fica mais à frente umas centenas de metros, já não consegui, pois o matagal era tanto que a minha força anímica foi vencida, voltei para trás. Dei este meu exemplo, mas casos destes são mais que muitos, onde os proprietários não tiram de lucro um centavo, mas pagam IMI, ai não!... Triste sorte do povo.
Fala-se também no empenho das autarquias. Mas isso também é um blá… blá…, pois chega-se ao mês de Agosto e as bermas das estradas camarárias e os estradões de terra batida, que passam em áreas florestais não são devidamente limpos, pois podem servir de aceiros em caso de incêndio, e de passagem desimpedida para meios de socorro.

 

  Ant.Gonç.(antonio)

 

Olhar o Porto - CCVI(Pela parte alta da cidade)

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 Praça do Marquês de Pombal, vulgo Marquês, foi o ponto de encontro para quem se interessa saber algo mais sobre o Porto sob orientação do veterano historiador Germano Silva, também um comunicador de excelência.
Logo ali o historiador chamou a terreiro o grande impulsionador, que no séc, XVIII alargou a cidade para fora das muralhas Fernandinas, João de Almada e Melo, sempre num crescer constante até à citada praça do Marquês. Este estadista ficou perpetuado numa rua, a rua do Almada. O passeio à cidade de hoje teve duas componentes. Uma ali a dois passos da citada praça, que também já teve o nome de Largo da Aguardente, infiltramo-nos por ruelas e becos da cidade rural: travessa dos Campos e rua da srª da Conceição. Até o presidente do rancho folclórico do Porto, um conhecedor da cidade, segredou-me que por ali nunca tinha passado. Sítios onde as pessoas se conhecem e se entreajudam numa relação de vizinhança, como na terra onde nasci. Na rua do Bonjardim a fonte da Villa Pardo de 1859, mas segundo o historiador há referências da mesma já no séc. XVI.
Depois dirigimo-nos para a cidade liberal, jardim de Moreira da Silva, ruas de D.João IV e Alegria onde os palacetes da burguesia proliferam. Largo da Fontinha e rua das Carvalheiras, locais que foram de indústrias e de vivencias de operariado também mereceram abordagem do historiador. O rancho folclórico do Porto que acompanha estes passeios à cidade, fez actuações sempre do agrado do grupo.

 

Ant. Gonç. (antonio)

Velório e funeral

Sobre o velório e o funeral da nossa colega Alzira Cavalheiro Gomes, o Voluntariado do Hospital de São João acaba de fornecer a seguinte informação:

 

Informamos que o velório da nossa amiga Alzira Braga decorre a partir de amanhã (dia 05 de Julho) às 17h na igreja matriz de Gondomar, e o funeral se realiza às 15h de quarta-feira (dia 06) no mesmo local.

Participação de falecimento

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DESCANSA EM PAZ, PEKNU

Hoje é domingo e são 3 de julho de 2016. Liguei o computador, acedi ao facebook e fui confrontado com a notícia. Levei um murro. Quando me recompus, interpelei a colega Maria Clara Ferreira que me fez a confirmação. Triste mas real. Era mesmo verdade. "Tinha um problemazito no coração", disse-me. 

E é isto a vida. Recebemos muitas notícias que nos trazem alegria e recebemos estas. Enfim. Faleceu ontem, sábado, dia 2 de julho de 2016. A Alzira, Pequenu para os colegas de curso, ia à noite à ópera com uma amiga. Como estava a demorar, a amiga ligou-lhe para saber o que se passava. Já não foi atendida pela Alzira.

Estas fotografias são as últimas que tenho da Alzira. Servem para homenagear as suas qualidades de colega simpática, afável, amiga. Foram obtidas no 1.º almoço de Natal que realizámos no restaurante Porto d'Honra, em 5 de dezembro de 2015. Já não vais estar connosco no 2.º almoço de Natal, Pequenu. Quem sabe quem lá vai estar? Somos como aquela vela que está acesa e, de repente, se apaga. E ainda por cima, Pequenu, e mais duro ainda para mim, vais obrigar-me a escrever "faleceu" na tua linha da listagem de nomes e contactos dos colegas de curso que está na minha mão para ser transmitida à colega Maria Adelaide que vai organizar em Penafiel, em 2017, o evento comemorativo do 46.º aniversário de curso.

QUE DEUS DÊ PAZ À TUA ALMA, PEKNU.